Previsões Mentirosas

Vigarice das Previsões

Há pessoas que vivem da crendice popular e sabem, com habilidade, explorar a boa fé dos incautos e deslumbrados.

Uma dessas pessoas é a senhora Amira Lepore, que se diz vidente, às vezes espírita, sensitiva e outros apelidos que nada têm a ver com aquilo que ela faz. Mora nos Estados Unidos onde engana todo mundo. É por lá uma celebridade!

Em dezembro de 2007, no Jornal Correio da Paraíba, entre outros, falou que o presidente Lula renunciaria, sofreria atentado  ou acidente de avião.

Até agora NADA!

Estamos em dezembro de 2009 e ela volta agora com a mesma conversa publicada novamente no Jornal Correio da Paraíba do dia 20, quando diz: Lula sofrerá infarto, atentado ou acidente aéreo, antes do carnaval.

Se ela repetir isso nos próximos dez anos, deverá acertar…

Quanto ao futebol, diz que o Brasil não chegará lá e que estarão muito bem Espanha, Portugal, Costa do Marfim e África do Sul. África do Sul terá de eliminar dois destes três adversários: França, México e Uruguai, para avançar à segunda fase. Será que vai dar?

Para que Portugal e Costa do Marfim sigam na disputa é preciso que o Brasil perca logo na fase inicial. Embora possível, porque o jogo é jogado e a bola é redonda, será que isso acontecerá?

Finalmente, para agradar a grande galera, diz que o Corinthians vai ganhar a Libertadores. Corajosa a mulher!

O grande médium Chico Xavier, que anunciou antecipadamente, apenas para os Amigos a sua morte, disse que sairia da vida no dia que todo o povo brasileiro estivesse em festa. Despediu-se no dia 30 de junho de 2002 quando o Brasil ganhou o pentacampeonato. Acertou as contas com sua empregada três dias antes, agradeceu-lhe, e disse que não precisaria mais dos seus trabalhos. Nem por isso saiu por aí dizendo-se vidente. Jamais fez previsões de fim de ano, apesar de sempre convidado a fazê-lo.

Sempre soube muita coisa, porque convivia com os espíritos com a naturalidade que vivemos com nossos parentes e conhecidos, mas nunca fez declarações terroristas, próprias de espíritos atrasados como Dona Amira Lepore, que deveria arranjar outro jeito de ganhar dinheiro, se é que ela conhece.

Pobre ignorância humana que agasalha esse tipo de conversa e ainda a chamam de espírita.

Ser espírita não é ser médium, se é que ela o é. Ser espírita é ser cristão e não fazer declarações negativas quando nada pode fazer para reverter o quadro, ainda mesmo que fosse verdadeiro.

Espíritas. Estudem o Evangelho de Jesus e a Doutrina Espírita por meio dos livros da codificação. Quem estuda não escuta tipos como Amira Lepore que está mais para charlatã que para espiritualista.

Fazemos este alerta porque nosso povo é muito deslumbrado e se deixa influenciar por tolices ditas por qualquer esperto. Cuidado com dona Amira porque ela é chutadora, embora, pelas previsões da Copa do Mundo, demonstre que não entende nada de futebol.

Até mais!

Clique no link Parnaso do Caumo ao lado para conhecer a história toda.

Publicado em:  on Terça-feira, 22 Dezembro22, 2009 at 11:17 am Deixe um comentário

Saber como convém saber

“E se alguém cuida saber alguma coisa, ainda não sabe como convém saber”. – Paulo. (I CORÍNTIOS, 8:2.).

A civilização sempre cuida saber excessivamente, mas, em tempo algum, soube como convém saber.
É por isto que, ainda agora, o avião bombardeia, o rádio transmite a mentira e a morte, e o combustível alimenta maquinaria de agressão.
Assim também, na esfera individual, o homem apenas cogita saber, esquecendo que é indispensável saber como convém.
Em nossas atividades evangélicas, toda a atenção é necessária ao êxito na tarefa que nos foi cometida.
Aprendizes do Evangelho existem que pretendem guardar toda a revelação do Céu, para impô-la aos vizinhos; que se presumem de posse da humildade, para tiranizarem os outros; que se declaram pacientes, irritando a quem os ouve; que se afirmam crentes, confundindo a fé alheia; que exibem títulos de benemerência, olvidando comezinhas obrigações domésticas.
Esses amigos, principalmente, são daqueles que cuidam saber sem saberem de fato.
Os que conhecem espiritualmente as situações ajudam sem ofender, melhoram sem ferir, esclarecem sem perturbar. Sabem como convém saber e aprenderam a ser úteis. Usam o silêncio e a palavra, localizam o bem e o mal, identificam a sombra e a luz e distribuem com todos os dons do Cristo. Informam-se quanto à Fonte da Eterna Sabedoria e ligam-se a ela como lâmpadas perfeitas ao centro da força. Fracassos e triunfos, no plano das formas temporárias, não lhes modificam as energias. Esses sabem porque sabem e utilizam os próprios conhecimentos como convém saber.

Fonte: Livro Vinha de Luz – Espírito Emmanuel
Psicografia: Francisco Cândido Xavier

Publicado em:  on Sexta-Feira, 4 Dezembro4, 2009 at 8:52 am Deixe um comentário

Mais um pouco sobre Os Essênios

OS ESSÊNIOS  

Eram originários do Egito, e durante a dominação do Império Selêucida, em 170 a.C., formaram um pequeno grupo de judeus, que abandonou as cidades e rumou para o deserto, passando a viver às margens do Mar Morto, e cujas colônias estendiam-se até o vale do Nilo. No meio da corrupção que imperava, os essênios conservavam a tradição dos profetas e o segredo da Pura Doutrina. De costumes irrepreensíveis, moralidade exemplar, pacíficos e de boa fé, dedicavam-se ao estudo espiritualista, à contemplação e à caridade, longe do materialismo avassalador. Segundo alguns estudiosos, foi nesse meio onde passou Jesus, no período que corresponde entre seus 13 e 30 anos(veja link Jesus). Os essênios suportavam com admirável estoicismo os maiores sacrifícios para não violar o menor preceito religioso. Procuravam servir à Deus, auxiliando o próximo, sem imolações no altar e sem cultuar imagens. Eram livres, trabalhavam em comunidade, vivendo do que produziam. Em seu meio não havia escravos. Tornaram-se famosos pelo conhecimento e uso das ervas, entregando-se abertamente ao exercício da medicina ocultista. Em seus ensinos, seguindo o método das Escolas Iniciáticas, submetiam os discípulos à rituais de Iniciação, conforme adquiriam conhecimentos e passavam para graus mais avançados. Mostravam então, tanto na teoria quanto na prática, as Leis Superiores do Universo e da Vida, tristemente esquecidas na ocasião. Alguns dizem que eles preparavam a vinda do Messias. Eram uma seita aberta aos necessitados e desamparados, mantendo inúmeras atividades onde a acolhida, o tratamento de doentes e a instrução dos jovens eram a face externa de seus objetivos. Muitos estudiosos acreditam que a Igreja Católica procura manter silêncio acerca dos essênios, tentando ocultar que recebeu desta seita muitas influências. Não há nenhum documento que comprove a estada essênia de Jesus, no entanto seus atos são típicos de quem foi iniciado nesta seita. A missão dos seguidores do Mestre Verdadeiro foi a de difundir a vinda de um Messias e nisto contribuíram para a chegada de Jesus. Na verdade, os essênios não aguardavam um só Messias, e sim, dois. Um originário da Casa de Davi, viria para legislar e devolver aos judeus a pátria e estabelecer a justiça. Esse Messias-Rei restituiria ao povo de Israel a sua soberania e dignidade, instaurando um novo período de paz social e prosperidade. Jesus foi recebido por muitos como a encarnação deste Messias de sangue real. No alto da cruz onde padeceu, lia-se a inscrição: Jesus Nazareno Rei dos Judeus. O outro Messias esperado nasceria deum descendente da Casa de Levi. Este Salvador seguiria a tradição da linhagem sacerdotal dos grandes mártires. Sua morte representaria a redenção do povo e todo o sofrimento e humilhação por que teria que passar em vida seria previamente traçado por Deus. O Messias-Sacerdote se mostraria resignado com seu destino, dando a vida em sacrifício. Faria purgar os pecados de todos e a conduta de seus atos seria o exemplo da fé que leva os homens à Deus. Para muitos, a figura do pregador João Batista se encaixa no perfil do segundo Messias. Até os nossos dias, uma seita do sul do Irã, os mandeanos, sustenta ser João Batista o verdadeiro Messias. Vivendo em comunidades distantes, os essênios sempre procuravam encontrar na solidão do deserto o lugar ideal para desenvolverem a espiritualidade e estabelecer a vida comunitária, onde a partilha dos bens era a regra. Rompendo com o conceito da propriedade individual, acreditavam ser possível implantar no reino da Terra a verdadeira igualdade e fraternidade entre os homens. Consideravam a escravidão um ultraje à missão do homem dada por Deus. Todos os membros da seita trabalhavam para si e nas tarefas comuns, sempre desempenhando atividades profissionais que não envolvessem a destruição ou violência. Não era possível encontrar entre eles açougueiros ou fabricantes de armas, mas sim grande quantidade de mestres, escribas, instrutores, que através do ensino passavam de forma sutil os pensamentos da seita aos leigos. O silêncio era prezado por eles. Sabiam guardá-lo, evitando discussões em público e assuntos sobre religião. A voz, para um essênio, possuía grande poder e não devia ser desperdiçada. Através dela, com diferentes entonações, eram capazes de curar um doente. Cultivavam hábitos saudáveis, zelando pela alimentação, físico e higiene pessoal. A capacidade de predizer o futuro e a leitura do destino através da linguagem dos astros, tornaram os essênios figuras magnéticas, conhecidas por suas vestes brancas. Eram excelentes médicos também. Nos escritos dos rosacruzes, são considerados como uma ramificação da Grande Fraternidade Branca, fundada no Egito no tempo do faráo Akenaton. Em cada parte do mundo onde se estabeleceram, eles receberam nomes diferentes, às vezes por necessidades de se proteger contra as perseguições ou para manter afastados os difamadores. Mestres em saber adaptar seus pensamentos às religiões dos países onde se situavam, agiram misturando muitos aspectos de sua doutrina a outras crenças. O saber mais profundo dos essênios era velado à maioria das pessoas. É sabido também que liam textos e estudavam outras doutrinas. Para ser um essênio, o pretendente era preparado desde a infância na vida comunitária de suas aldeias isoladas. Já adulto, o adepto, após cumprir várias etapas de aprendizado, recebia uma missão definida que ele deveria cumprir até o fim da vida. Vestidos com roupas brancas, ficaram conhecidos em sua época como aqueles que “são do caminho”. Foram fundadores dos abrigos denominados “beth-saida”, que tinham como tarefa cuidar de doentes e desabrigados em épocas de epidemia e fome. Os beth-saida anteciparam em séculos os hospitais, instituição que tem seu nome derivado de hospitaleiros, denominação de um ramo essênio voltado para a prestação de socorro às pessoas doentes. Fizeram obras maravilhosas, que refletem até os nossos dias. A notícia que se tem é de que a seita se perdeu, no tempo e memória das pessoas. Não sabemos da existência de essênios nos dias de hoje (não que seja impossível), é no mínimo, pelo lado social, é uma pena termos perdido tanto dos seus preceitos mais importantes. Se o que nos restou já significa tanto, imaginem o que mais poderíamos vir a ter aprendido. Como sempre, é o máximo que podemos dizer: “uma pena”.  

 

 

http://www.pegue.com/religiao/osessenios.htm

Publicado em:  on Quarta-feira, 25 Novembro25, 2009 at 11:01 am Deixe um comentário

Mensagem de Chico Xavier

chico_autografando_jpg
Publicado em:  on Quinta-feira, 22 Outubro22, 2009 at 10:32 am Deixe um comentário

O Cristo de Verdade

JESUS

Publicado em:  on Sexta-Feira, 16 Outubro16, 2009 at 2:01 pm Comentários (3)

Filhos

CRIANÇAS

Publicado em:  on at 11:09 am Deixe um comentário