Homenagem à Presidente

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Maria de Caumo

Jornalista Kubitschek Pinheiro – Jornal Correio da Paraíba de 14/04/2012

Um grande amigo chamado Octávio Caumo, que amava Maria, ligou dizendo que ela tinha partido. Eu fiquei olhando e olhando e olhando a vida, mas nada que eu escreva aqui pode parecer fazer justiça à presença singela dessa mulher chamada Maria de Caumo.

Em bons tempos, conheci Maria. Seu marido lembra Mário Quintana sempre mestre da delicadeza me abraçando no funeral da mulher, dizendo para eu me acostumar com as despedidas. Tenho inveja de você Caumo! É difícil perder uma pessoa querida e engolir o choro. Ou passar a mão na própria cabeça. 

Maria veio de São Paulo morar perto do mar. Era uma mulher simples, sem pintura, dedicada a arte de ajudar os necessitados. Pessoa rara.

Maria veio como a boa poesia, como quem vai à escola ensinar crianças, ao parque de diversão ou ao cinema. Seu olhar frequentava lugares mais distantes, mas também se apresentava na janela do apartamento onde morava na Avenida Cairu, aqui pertinho da Rua Paulino Pinto, onde moramos no Cabo Branco.

Maria era tão comum. Nunca foi vista em casas de luxo. Não usava grifes, não levantava a voz, mas era rigorosa. E até gostava de se olhar no espelho, creio. É natural da mulher.

Conheci os dois juntos, Caumo e Maria. Ele jornalista paulista, ela presidente do Centro Kardecista “Os Essênios” na Praia de Manaíra. Almoçam no Boibumbá, como se tivessem mesa cativa. Que nada, eles cativavam com o olhar. 

Juro que seria capaz de sair correndo e dizendo de casa em casa a quem encontrasse pela cidade que estou triste porque Maria partiu, mas não devo, não posso. O silêncio é mais forte.

Ah! Meu coração vagabundo me apertando e a vontade de dizer: tudo bem, Maria cumpriu sua missão. A missão maior é fazer o bem. Maria fez. Sua vida valeu!

 

Kapetadas

1 – Maria celebrizou-se pelo exemplo que deixou.
2 – Outro dia li que os homens bons já morreram. Será?
3 – Som na caixa: “Vem de longe da morada da memória”, de Urban Junglê

 

Sobre Da. Maria, nossa eterna presidente.

Sr. Otávio
Kubitschek descreveu muito bem sobre D. Maria. ¨Dedicada à arte de ajudar os necessitados.¨
E ajudou muito não só com o pão mas principalmente com palavras consoladoras.
Partiu com sua missão cumprida.
Guardo boas lembranças dela. Quando cheguei nos Essênios não a entendi; com o tempo aprendi a admirá-la e amá-la.
Frequentei dez anos os Essênios e lá aprendi muito.
Edma Barros – J.Pessoa-PB

Octávio,

Boas palavras as de Kubi Pinheiro. Certas palavras, em cantos do mundo.
Melhor o silêncio do que palavras somente desejosas de agradar. Nossos gestos serão sempre maiores que nossas observações verbais.
Continuo por aqui, um amigo ao longe, mas amigo.
Marco di Aurélio – J.Pessoa-PB

Recuperando o antigo modo de orar

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Gregg Braden

Grande parte dos condicionamentos nas tradições ocidentais durante o último meio século, nos tem convidado a “pedir” que circunstâncias específicas em nosso mundo mudem através da intervenção divina; que nossas orações sejam atendidas. Em nossas bem intencionadas petições, contudo, inadvertidamente poderíamos estar dando poder às mesmas condições pelas quais estamos orando para pedir a mudança. Por exemplo, quando pedimos “Querido Deus, por favor, permita que haja paz no mundo”, na verdade estamos estabelecendo que, atualmente, não há paz. As antigas tradições nos lembram que as orações pelas quais pedimos são apenas uma forma de orar, dentre outras. Há, também, outras maneiras que nos levam a encontrar a paz em nosso mundo, por meio da qualidade dos pensamentos, sentimentos e emoções que criamos em nosso corpo. Uma vez que permitimos as qualidades de paz em nossa mente e damos combustível à nossa oração através de sentimentos de paz em nosso corpo, o quinto modelo de oração determina que o resultado já  aconteceu.
A ciência quântica, agora, toma esta idéia e a leva um pouco mais longe, ao afirmar que são justamente essas condições de sentimentos as que a criação responde igualando, dessa forma, o sentimento com que fazemos a oração em nosso mundo interior com condições similares no mundo exterior. Embora o resultado da nossa oração ainda não possa ter acontecido no mundo exterior, estamos sendo convidados a reconhecer a nossa comunhão com a criação e a viver como se nossa oração já tivesse sido atendida.
Através das palavras de outros períodos, os antigos nos convidam a recuperar o antigo modo de rezar, como sendo um estado permanente de consciência em que nos transformamos, em vez de uma determinada forma de ação que fazemos ocasionalmente. Nas palavras que são tão simples como elegantes, somos lembrados, para que nos “cerquemos” das respostas às nossas orações e as “envolvamos” nas condições que as escolhemos experimentar. Em linguagem atual, esta descrição nos sugere que, para que possamos fazer mudanças em nosso mundo, primeiramente será necessário
vivenciar os sentimentos de que esta mudança já ocorreu.
Como a ciência moderna continua confirmando a relação entre nossos pensamentos, sentimentos e sonhos com o mundo que nos rodeia, torna-se claro essa ponte esquecida entre nossas orações e aquilo que vivenciamos. A beleza interna dessa tecnologia é que ela se baseia nas condições humanas que já possuímos.  Desde os profetas em seus ensinamentos, nos lembram que, honrando a vida, cumprimos nosso dever com a sobrevivência de nossas espécies e o futuro do único lar que conhecemos.
Os antigos Essênios nos lembram que existe uma forte relação entre o que acontece em nosso mundo interior dos sentimentos e as condições do mundo que nos rodeia. Talvez, extraordinariamente simples, esta relação nos diz que a condição da nossa saúde, nossa sociedade e, inclusive, os padrões do clima são refletidos pela maneira como lidamos com a vida interior. Experimentos recentes na ciência das energias sutis e na física quântica, agora fornecem credibilidade justamente a essas tradições.
Por meio de uma linguagem que somente agora estamos começando a entender, Isaías nos mostra como ter acesso às possibilidades já criadas de saúde, paz e cooperação e como trazê-las à realidade de nossas vidas. Já que a ação do nosso mundo exterior é um reflexo do nosso mundo interior de sentimentos, Isaías nos sugere que o façamos, sentindo como se nossas orações já tenham sido atendidas. É precisamente o poder deste sentimento o que dará vida às nossas orações. Novas pesquisas sugerem que,
quando sentimos gratidão no cumprimento de nossas orações, em nossos campos de efeito, nossos sentimentos já produzem as condições que trazem novas possibilidades às nossas vidas.
 Entender que os resultados se igualam aos sentimentos pode nos ajudar a compreender o que acontece quando parece que nossas orações não são atendidas. Quando rezamos para a saúde de nossas relações, por exemplo, se experimentamos raiva, ciúmes ou fúria nessas relações, por que ficamos surpresos ao verificarmos que essas mesmas qualidades estão refletidas como uma doença em nossos corpos, nossas famílias, escolas, locais de trabalho e nas condições sociais ao nosso redor? A ciência nos cientifica que cada sentimento que experimentamos, cria uma química única em nossos corpos (a química do amor e do ódio está detalhada nos livros The Isaiah Effect e  Walking Between the Worlds). As boas notícias são que os mesmos princípios são verdadeiros para os sentimentos de afirmação da vida.
Conforme respondemos aos desafios de nossa vida com a compaixão, a compreensão, a tolerância amorosa e a paz, somos capazes de vivenciar estas condições em nossos corpos e, consequentemente, de observar esse efeito sendo espalhado ao mundo que nos rodeia.
Albert Einstein disse, uma vez, que não podemos resolver um problema com o mesmo pensamento que o criou. O poder da oração indenominada (não denominada) que se baseia no sentimento, representa uma oportunidade para conduzir os grandes desafios do nosso tempo, dentro de um novo paradigma de entendimento consciente e sentimentos, que refletem aquilo que desejamos vivenciar.
Em vez de impor nossas crenças sobre uma determinada situação, o nosso “perdido” modo de rezar nos lembra que nada precisa ser “criado”, pois qualquer resultado que se possa imaginar para essa situação já existe. Podemos servir de maneira mais eficaz se, em primeiro lugar, buscamos sentir o resultado de cada condição que escolhemos vivenciar em nosso mundo. Condições estas como a paz e a cooperação entre os governantes e as nações, ou então, a prosperidade que virá após se dar um tratamento igual a todos os povos e raças associado ao ato de honrar a toda forma de vida do planeta. É pelo reconhecimento e gratidão que sentimos na presença dessas condições que será criado os efeitos quânticos que permitirão a criação de vínculos com os nossos sentimentos.

Comparando as Formas de Rezar através do exemplo da Paz Global

(OL) = Oração baseada na lógica: solicitando intervenção
(OS) =
Oração baseada nos sentimentos: sabendo que nossa oração já foi aceita

 1. (OL) Em nossas condições atuais nosso foco está centrado em que não acreditamos que existe a paz.
1. (OS) Presenciamos todos os eventos – os de paz e aqueles que vemos como falta de paz -, como possibilidades, sem julgamentos de certo ou errado, bom ou mau.
2. (OL) Podemos nos sentir desamparados, impotentes ou aborrecidos com os acontecimentos e condições que presenciamos.
2. (OS) Liberamos nosso juízo sobre as situações, Bendizendo as condições que nos causaram sofrimento. A Benção não condena conscientemente nem o acontecimento nem a condição. Ao contrário, reconhece que o acontecimento é parte da única fonte de tudo o que é (Por favor, consulte o livro Walking Between the Worlds: The Science of Compassion, para mais detalhes).
3. (OL) Usamos nossas orações de petição solicitando a divina intervenção de um poder superior que traga a paz sobre os indivíduos, as condições e os lugares onde acreditamos que a paz está ausente.
3. (OS) Sentindo os sentimentos de que nossa oração já foi aceita, demonstramos o antigo princípio quântico, que estabelece que as condições de paz em nossos corpos são refletidas fora dele.
4. (OL) Através do nosso pedido, inadvertidamente afirmamos as mesmas condições que menos desejamos. Quando, por exemplo, pedimos: “Por favor, que haja a paz!”, estamos declarando que a paz não está presente na situação atual. Fazendo isso, na verdade estamos dando combustível à condição que escolhemos mudar.
4. (OS) Reconhecemos o poder da nossa oração e sabemos (sentimos) que seu foco já se tornou passado.
5. (OL) Continuamos solicitando a intervenção até que vemos que a mudança ocorreu em nosso mundo ou desistimos e abandonamos o caminho da oração.
5. (OS) Nossa oração, agora, é composta de: a) reconhecimento de que a paz já está presente em nosso mundo, vivendo de acordo com o conhecimento de que essas mudanças já ocorreram; b) reforçando nossa oração, dando graças pela oportunidade de eleger a paz em vez do sofrimento.

Comentando O Livro dos Espíritos

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O Seareiro e os problemas da homossexualidade

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A revista  SEAREIRO, na comemoração dos 60 anos da SEARA BENDITA, Rua Demóstenes 834 – Campo Belo – São Paulo-SP – Brasil, estampou artigos envolvendo os problemas da Homossexualidade, que tomamos a liberdade de divulgar neste nosso espaço.

Clique na Capa da Revista e leia o texto.

Vamos Estudar

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VAMOS ESTUDAR

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ÀS QUINTAS-FEIRAS, DAS 20H15 ÀS 21H30, ESTUDAMOS O LIVRO DOS ESPÍRITOS E O EVANGELHO SEGUNDO O ESPIRITISMO.

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VALE A PENA!

Cultura de Graça

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“Além da cultura primária da inteligência, o homem prepara na Terra todos os dotes do conhecimento mais elevado. Pelo currículo de várias disciplinas, cobram-lhe matrículas, taxas, honorários e emolumentos diversos, nas casas de ensino superior. Se quiser explicadores dessa ou daquela matéria em que se veja atrasado, é constrangido ao dispêndio de extraordinários recursos. Se decide penetrar o domínio das artes é obrigado a remunerar as notas do solfejo ou a iniciação no pincel. Entretanto, para as nossas aquisições sublimes, permite o Senhor que a Doutrina Espírita abra atualmente na Terra preciosos cursos de elevação, em que a cultura da alma nada pede à bolsa dos aprendizes. Cada templo do Espiritismo é uma escola aberta às nossas mais altas aspirações e cada reunião doutrinária é uma aula, suscetível de habilitar-nos às mais amplas conquistas para o caminho terrestre e para a Vida Maior. Pela administração desses valores eternos não há preço amoedado. Cada aluno da organização redentora pode comparecer de mãos vazias, trazendo simplesmente o sinal do respeito e o vaso da atenção. Jesus, o Mestre dos Mestres, passou entre os homens sem nada cobrar por seus Divinos Ensinamentos. E o Espiritismo, que Lhe revive agora as bênçãos de amor, pode ser comparado a instituto mundial de educação gratuita, conduzindo-nos a todos, sem exigência e nem paga, do vale obscuro da ignorância para os montes da luz”.

Sheila – por Chico Xavier.

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