Cultura de Graça

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“Além da cultura primária da inteligência, o homem prepara na Terra todos os dotes do conhecimento mais elevado. Pelo currículo de várias disciplinas, cobram-lhe matrículas, taxas, honorários e emolumentos diversos, nas casas de ensino superior.

Se quiser explicadores dessa ou daquela matéria em que se veja atrasado, é constrangido ao dispêndio de extraordinários recursos. Se decide penetrar o domínio das artes é obrigado a remunerar as notas do solfejo ou a iniciação no pincel. Entretanto, para as nossas aquisições sublimes, permite o Senhor que a Doutrina Espírita abra atualmente na Terra preciosos cursos de elevação, em que a cultura da alma nada pede à bolsa dos aprendizes.

Cada templo do Espiritismo é uma escola aberta às nossas mais altas aspirações e cada reunião doutrinária é uma aula, suscetível de habilitar-nos às mais amplas conquistas para o caminho terrestre e para a Vida Maior. Pela administração desses valores eternos não há preço amoedado. Cada aluno da organização redentora pode comparecer de mãos vazias, trazendo simplesmente o sinal do respeito e o vaso da atenção.

Jesus, o Mestre dos Mestres, passou entre os homens sem nada cobrar por seus Divinos Ensinamentos. E o Espiritismo, que Lhe revive agora as bênçãos de amor, pode ser comparado a instituto mundial de educação gratuita, conduzindo-nos a todos, sem exigência e nem paga, do vale obscuro da ignorância para os montes da luz”.

Sheila – por Chico Xavier.

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Um ano sem a nossa presidente Maria Alcântara Caúmo

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Caumo e maria Neste 11 de abril de 2013, completa-se um ano que Da. Maria Alcântara Caúmo, a fundadora e presidente do Centro Kardecista “Os Essênios” retornou à Pátria dos Espíritos. Estamos certos de que pela vida de amor e renúncia que teve quando entre nós, já estará participando dos trabalhos na espiritualidade, sob as bênçãos de Jesus.

Todos os seus familiares, amigos e seguidores enviam a ela vibrações de amor e gratidão por tudo o que fez e nos deixou. Que possamos ser fieis seguidores dos seus passos para dar sequência às tarefas que ela abraçava, com o mesmo destemor e fraternidade.

Na foto, o casal Caúmo, Maria e Octávio,  fundadores do Centro Kardecista “Os Essênios”, ele agora o presidente da Instituição.

O Seareiro e os problemas da homossexualidade

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A revista  SEAREIRO, na comemoração dos 60 anos da SEARA BENDITA, Rua Demóstenes 834 – Campo Belo – São Paulo-SP – Brasil, estampou artigos envolvendo os problemas da Homossexualidade, que tomamos a liberdade de divulgar neste nosso espaço.

Clique na Capa da Revista e leia o texto.

Palavras e atitudes

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18 de abril de 1857; nascia O Livro dos Espíritos.

Com o lançamento de O Livro dos Espíritos, o Espiritismo deixava de ser um aglomerado de informações para ser uma Doutrina organizada. Passou a ser mais bem estudado e analisado, diferente de quando havia simplesmente as notícias das mesas girantes em reuniões domésticas.

Tivemos a sorte de ver o trabalho cair nas mãos de um insigne professor, o francês Hippolyte Léon Denizard Rivail, que após relutar muito em aceitar o encargo, finalmente convenceu-se da grande revelação que a mensagem dos Espíritos  encerrava e decidiu aceitar a divina tarefa.

Num gesto de extrema humildade, ele que era autor de muitos livros didáticos usados nas escolas da França, optou por lançar a obra sob pseudônimo para que as pessoas a buscassem pelo inusitado e chamativo nome – O Livro dos Espíritos – e não pela fama do escritor. Passou a ser conhecido como Allan Kardec, nome sugerido pela espiritualidade e que ele havia tido em longínqua encarnação vivida nos tempos de Júlio César, antes de Cristo, quando foi um druída – sacerdote – entre os Celtas, nas  Gálias. Um Espírito muito experiente e que já havia sido advertido em sonho sobre o que deveria realizar.

Em reunião na Espiritualidade, foi dito ao Codificador que os tempos da revelação haviam chegado e lhe caberia a nobre tarefa; mas ele estaria acompanhado e caso fracassasse outros lhe tomariam o lugar, porque o trabalho não mais podia ser adiado. Para o bem da humanidade ele a levou a bom termo, apesar dos grandes obstáculos que lhe apareceram no decorrer da empreitada.

Com a chegada do Espiritismo, passamos a conhecer a importância do livre arbítrio, a lei de ação e reação, o mecanismo das provas e expiações, a continuidade da vida e, principalmente, as razões e a necessidade de muitas encarnações que o espírito tem de viver para aprimorar-se. As simples pregações, as rezas e outras atitudes exteriores, deveriam ser acompanhadas, a partir de agora, das atitudes vividas como exemplo. No dizer de Bezerra de Menezes, acabam-se os discursos para entrar a prática. Falamos muito de caridade, mas é hora de sermos caridosos; falamos muito do perdão, mas chegou a hora de ser indulgentes.

Certa vez, conversávamos com o Amigo e Confrade Eder Fávaro e ele dizia: – Não mais temos de entregar mensagens. Nós é que temos de ser a mensagem. Claramente se referia ao Evangelho que não mais deve ser apenas divulgado, mas exemplificado. Em vez de falarmos de Jesus, temos de ser seguidores de Jesus. Já diz uma canção que tem várias décadas: devemos amar como Jesus amou; sonhar como Jesus sonhou; pensar como Jesus pensou; viver como Jesus viveu; sentir o que Jesus sentia; sorrir como Jesus sorria; e ao chegar ao fim do dia; eu sei que dormiria muito mais feliz. Quem desejar ouvir a música, assista a este vídeo de Portugal, de 1983 – http://www.youtube.com/watch?v=NpYu3EhnJAo

Dormiremos muito mais felizes porque sentiremos o sabor da consciência tranquila e a certeza de não ter magoado ninguém. Somente somos felizes quando fazemos os outros igualmente felizes. Se isso antes era simples conselho do Evangelho do Cristo, com a chegada do Espiritismo passou a ser uma lei que registra em nós as consequências de cada atitude do dia a dia.

Abençoada esta geração que tem o Evangelho de Jesus explicado pela Doutrina Espírita. Tudo tão claro, que só não é feliz quem não quer. Ou é teimoso e insensato!

Jornal O Clarim – Abril 2013

Disciplina y puntualidad

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En el día 18 de este mes, en 1857, surgió El Libro de los Espíritus, certificado de nacimiento del Espiritismo.

Octávio Caúmo Serrano

Traducción Maria Renee San Martin Gomes – relu2521@yahoo.com

 

Cuando escribimos el libro “Modo de Ver”, de la Casa Editora O Clarim, incluimos como primera materia el texto “Chico Xavier y su verdadero valor”. Deseábamos en la oportunidad, julio de 1998, enfatizar que si Chico era grande por su extraordinaria mediumnidad, era aun mayor por la dignidad. Si la mediumnidad no depende del individuo, la dignidad sí, porque resulta de un proceso de autoeducación que exige mucho esfuerzo de la persona para incorporarla a su carácter.

Lo que más se destacaba en el misionero de Uberaba era la coherencia como vivía en relación a lo que sabia y divulgaba. Serenidad, disciplina, desprendimiento, solidaridad, indulgencia, respeto por todos, ahí estan algunas de las innúmeras características de nuestro venerable amigo que termino conocido como “un hombre llamado Amor”. Llega a ser unanimidad entre las diferentes religiones. Algo raro.

Anotamos en el titulo de esta materia la oportunidad asociada a la disciplina, porque es la forma más simple de autocontrol y respeto al prójimo. Aprendemos con la naturaleza todos los días. La noche y el día, los mares, la producción de las plantas, las siete lunas de gestación, las estaciones del año, y por ahí va. Todo en equilibrio para generar harmonía. Si nos atrasamos en un compromiso, automáticamente generamos atrasos en los compromisos siguientes, de nosotros y de los otros, con perjuicio para todos.

Cuando participamos de eventos del movimiento espirita, observamos con tristeza que eso no es llevado en cuenta. Casi nunca los trabajos comienzan según establecido en la programación, lo que depone contra todo lo que divulgamos. Respeto al horario es también una forma de amor al prójimo. La falla comienza ya en público que nunca es puntual. Tal como la novia en el casamiento. Dicen que es charme, sin embargo es falta de educación.

Recientemente, fuimos a un importante congreso espirita en que, debido a los atrasos, hubo consecuencias negativas en la presentación. El tiempo destinado a las preguntas, al final de las discusiones de uno de los bloques, no fue disponible al público, de modo que una parte de este dejo de ser atendida, mismo tratándose de un evento pagado. Es en mal ejemplo dado por los adeptos de la propia doctrina, que prodigan y actúan de otra manera.

El problema es que esa actitud no choca más; el mal habito ya se arraigo en las tradiciones brasileñas, lo que nos torna albos de comentarios negativos en los países adelantados, donde el reloj aun tiene su utilidad.

La razón de estos comentarios, sin embargo, es mostrar algo positivo que observamos en el evento en cuestión. Nos referimos a la participación del hermano Divaldo Pereira Franco que disertó en una conferencia de hora y media en una noche y administro un seminario, antecedido de una mañana de autógrafos, haciendo un total de cuatro horas al día siguiente. Todo con absoluta puntualidad. Programo su horario de 8h30 a las12h, prometiendo iniciar con una mañana de autógrafos a las 8 horas. Exactamente conforme, a las 8 horas Divaldo tomo asiento, se formo la cola y el comenzó a firmar los libros. A las 8h30, según la programación, interrumpió la actividad, para comenzar la parte principal de la reunión matinal: la exposición doctrinaria.

Siguiendo rigurosamente el cronograma, cuando el reloj marco exactamente 10 horas, nueva pausa de 30 minutos para continuar la mañana de autógrafos. Rápido descanso de diez minutos y retomada de los trabajos a las 10h40, puntualmente, llevando la exposición hasta las 12 horas cuando comenzó la conocida Oración de La Gratitud, con la cual encierra sus presentaciones.

Nos llamo la atención ese britanismo del médium bahiano y entonces comprendemos como el consigue, a los ochenta y cinco años de edad, mantenerse en equilibrio y con la capacidad de trabajo absolutamente envidiable; de él transborda vitalidad y disposición.

Durante la conferencia, hablo de las cuatro horas de psicografía que tiene diariamente, del tiempo que destina a la lectura de revistas y libros, destacando los de la Codificación – como “El Libro de los Médiuns”- en lo cual, según él, generalmente encuentra detalles que le habían pasado sin percibirlos en lecturas anteriores. Terminada la reunión, debería volar para Salvado por vuelta de las 2 de la tarde.

No fuise el un perfecto administrador de su tiempo y jamás podría tener realizado la obra que hoy le confiere tanta importancia. Sea como idealizador y constructor de la Mansión del Camino, sea como médium psicógrafo de más de doscientos y cincuenta libros, sea como el gran conferencista espirita de la actualidad, inspirador y orientador de organizaciones doctrinarias que se instalan en todo el mundo, eso solo para hablar de algunas entre tantas otras tareas.

Al ejemplo de lo que dijimos sobre Chico Xavier, cuando enfatizamos su dignidad como aun mayor de que su mediumnidad, queremos que las personas observen que Divaldo Pereira Franco no es solamente el gran divulgador de la doctrina por las conferencias, sino el ciudadano del mundo que da ejemplos en cada gesto de su comportamiento. Puntual, gentil, imperturbable. Y no creo que él tenga menos problemas que lo común de las personas. Lo que acontece es que aquel que necesita de poco para vivir tiene siempre mucho, aunque que sea poco lo que tiene. Quien vive en paz consigo mismo no se deja perturbar por los desequilibrios del mundo. El ideal de Divaldo es servir, lo que hace muy bien y con mucho respeto por todos los locales por donde pasa.

Más allá de haber aprendido mucho de la doctrina en la reunión de la cual participe para asistir el trabajo del médium, estoy agradecido porque percibí en el un comportamiento humano que falta a la mayoría de las personas, lo que las lleva a un desnecesario desajuste que acaba respingando en los que viven a la vuelta. Vamos analizarnos para imitar el gesto de los buenos. “Quien es fiel en lo poco será fiel en lo mucho”, está registrando en el Evangelio de Lucas.

Como síntesis de lo que dijimos, resaltemos que no hay aquí la intención de criticar fallas de organización de los eventos espiritas que, aunque lamentables, son habituales, consecuencia de los malos hábitos de nuestra vida diaria. Quisimos, antes, destacar el ejemplo de una persona que ya aprendió y ofrece parámetros a quien desea seguirla porque ya tiene ojos de ver.

Si ya somos privilegiados por conocer a Jesús traducido por Allan Kardec, sentimos también mucho orgullo por hacer parte de una generación que tiene hombres como Divaldo para mostrarnos que la humanidad tiene salvación. Basta que colaboremos y el mundo será mejor.

RIE – Revista Internacional de Espiritismo – abril de 2013

Disciplina e pontualidade

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RIE abril 2013No dia 18 deste mês, em 1857, surgia O Livro dos Espíritos, certidão de nascimento do Espiritismo.

Quando escrevemos o livro “Modo de Ver”, da Casa Editora O Clarim, incluímos como primeira matéria o texto “Chico Xavier e seu verdadeiro valor”. Desejávamos na oportunidade, julho de 1998, enfatizar que se o Chico era grande pela sua extraordinária mediunidade, era ainda maior pela dignidade. Se a mediunidade não depende do indivíduo, a dignidade sim, porque resulta de um processo de autoeducação que exige muito esforço da pessoa para incorporá-la ao seu caráter.

O que mais se destacava no missionário de Uberaba era a coerência como vivia em relação ao que sabia e divulgava. Serenidade, disciplina, desprendimento, solidariedade, indulgência, respeito por todos, eis algumas das inúmeras características do nosso venerando amigo que acabou cognominado “Um homem chamado Amor”. Chega a ser unanimidade entre as diferentes religiões. Algo raro.

Anotamos no título desta matéria a pontualidade associada à disciplina, porque é a forma mais simples de autocontrole e respeito ao próximo. Aprendemos com a natureza todos os dias. A noite e o dia, as marés, a produção das plantas, as sete luas da gestação, as estações do ano, e por aí vai. Tudo em equilíbrio para gerar harmonia.  Se nos atrasamos num compromisso, automaticamente geramos atrasos nos compromissos seguintes, nossos e dos outros, com prejuízo para todos.

Quando participamos de eventos do movimento espírita, observamos com tristeza que isso não é levado em conta. Quase nunca os trabalhos começam conforme estabelecido na programação, o que depõe contra tudo o que divulgamos. Respeito ao horário é também uma forma de amor ao próximo. A falha começa já no público que nunca é pontual.  Tal como a noiva no casamento. Dizem que é charme, mas é falta de educação mesmo.

Há pouco tempo, comparecemos a um importante congresso espírita no qual, devido aos atrasos, houve consequências negativas na apresentação. O tempo destinado a perguntas, no final da discussão de um dos blocos, não foi disponibilizado ao público, de modo que uma parte deste deixou de ser atendida, mesmo tratando-se de evento pago.  É um mau exemplo dado pelos adeptos da própria doutrina, que pregam de um jeito e agem de outro.

O problema é que essa atitude não mais choca; o mau hábito já se arraigou às tradições brasileiras, o que nos torna alvos de comentários negativos nos países adiantados, onde o relógio ainda tem utilidade.

A razão destes comentários, entretanto, é mostrar algo de positivo que observamos no evento em questão. Referimo-nos à participação do confrade Divaldo Pereira Franco, que proferiu conferência de hora e meia numa noite e ministrou um seminário, antecedido de manhã de autógrafos, num total de quatro horas no dia seguinte. Tudo com absoluta pontualidade.

Programou sua aula para o horário de 8h30 às 12h, prometendo iniciar a manhã de autógrafos às 8 horas. Exatamente conforme marcado, às 8 horas Divaldo tomou assento à mesa, formou-se a fila e ele começou a assinar os livros. Às 8h30, segundo a programação, interrompeu a atividade, para começar a parte principal da reunião matinal: a explanação doutrinária.

Seguindo rigorosamente o cronograma, quando o relógio marcou exatamente 10 horas, nova pausa de 30 minutos para continuar a manhã de autógrafos. Rápido lanche de dez minutos e retomada dos trabalhos às 10h40, pontualmente, levando a explanação até 12 horas quando proferiu a conhecida Prece da Gratidão, com a qual encerra suas apresentações.

Chamou-nos a atenção esse britanismo do médium baiano e então compreendemos como ele consegue, aos oitenta e cinco anos de idade, manter-se em equilíbrio e com a capacidade de trabalho absolutamente invejável; dele transbordam vitalidade e disposição.

Durante a palestra, falou das cerca de quatro horas de psicografia que tem diariamente, do tempo que destina à leitura de revistas e livros, destacando os da Codificação – como “O Livro dos Médiuns” – no qual, segundo ele, geralmente encontra detalhes que lhe haviam passado despercebidos em leituras anteriores. Terminada a reunião, deveria voar para Salvador por volta das duas da tarde.

Não fora ele um perfeito administrador do seu tempo e jamais teria realizado a obra que hoje lhe confere tanta importância. Seja como idealizador e construtor da Mansão do Caminho, seja como médium psicógrafo de mais de duzentos e cinquenta livros, seja como o grande conferencista espírita da atualidade, inspirador e orientador de organizações doutrinárias que se instalaram em todo o mundo, isso só para citar algumas dentre tantas outras tarefas.

A exemplo do que dissemos sobre Chico Xavier, quando enfatizamos sua dignidade como ainda maior do que a sua mediunidade, queremos que as pessoas observem em Divaldo Pereira Franco não apenas o grande divulgador da doutrina por meio de conferências, mas o cidadão do mundo que dá exemplos em cada gesto de comportamento. Pontual, gentil, imperturbável. E não creio que ele tenha menos problemas do que o comum das pessoas. O que acontece é que aquele que precisa de pouco para viver tem sempre muito, mesmo que seja pouco o que tem. Quem vive em paz consigo mesmo não se deixa perturbar pelos desequilíbrios do mundo. O ideal de Divaldo é servir, o que faz muito bem e com muito respeito por todos os locais por onde passa.

Além de ter aprendido muito da doutrina na reunião da qual participei para assistir ao trabalho do médium, sou grato porque percebi nele gestos de comportamento humano que faltam à maioria das pessoas, o que as leva a um desnecessário desajuste que acaba respingando nos que vivem à volta. Vamos analisar-nos para imitar o gesto dos bons. “Quem é fiel no pouco será fiel no muito”, está registrado no Evangelho de Lucas.

Como síntese do que dissemos, ressaltemos não haver aqui intenção de criticar falhas de organização dos eventos espíritas que, embora lamentáveis, são habituais, consequência dos maus hábitos da nossa vida diária. Quisemos, antes, destacar o exemplo de uma pessoa que já aprendeu e oferece parâmetros a quem desejar segui-la porque já tem olhos de ver.

Se já somos privilegiados por conhecer Jesus traduzido por Allan Kardec, sentimos também muito orgulho por fazer parte de uma geração que tem homens como Divaldo a nos mostrar que a humanidade ainda tem salvação. Basta que colaboremos e o mundo será melhor.

RIE – Revista Internacional de Espiritismo – abril de 2013