Mensagem Espírita

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Uma joia camuflada
Octávio Caúmo Serrano – caumo@caumo.com

Homenagem aos que imprimem e distribuem gratuitamente mensagens espíritas.

Um pedaço de papel
Com tesouro camuflado,
Que é por nomes ilustres
Habitualmente assinado,
A vida de muita gente
Neste mundo tem salvado.

Poucas pessoas se dão conta
Do verdadeiro valor
De uma mensagem espírita
Quando chega a um sofredor,
Que, mesmo sem passar fome,
Vive faminto de amor!

Uns recebem no seu Centro
Sem se importar com o escrito…
Outros gostam do que leem
E até dizem que é bonito,
Mas também nunca aproveitam
Aquilo que ali está dito.

Querem ver quem assinou,
Se Bezerra ou André Luiz
Ou se foi Auta de Souza,
Que versos bonitos diz,
Porque as que fazem cobranças
Não deixam ninguém feliz!

Esses recados velados,
Como colcha de retalho,
Embora sejam pequenos
Nós servem como agasalho,
Com conteúdo seguro
Para ir ao Céu por atalho.

Tenha carinho e respeito
Pela singela mensagem
Porque é uma caridade
Fazê-la seguir viagem
Ajudando que ela espalhe
Suas receitas de coragem!

Muitos nem sabem que ela
É fruto de sacrifício,
Porque só existe, afinal,
Graças aos que, por ofício,
Têm no amor ao semelhante
Seu mais sublime exercício.

E aqui, como fechamento,
Segue um conselho final:
– Viva conforme a mensagem
Do mundo espiritual,
Procurando dar exemplo
De boa conduta moral.

 

 

 

Natal. Tempo de reflexão

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Vivemos uma vida de contrastes sem entender a maioria dos porquês.

Quando afirmamos que o mundo está cada vez melhor, perguntam se estamos fora de órbita, se não lemos jornais nem ouvimos notícias no rádio ou na TV. Claro que sim. Não vivemos alienados, mas essas notícias não são as que nos interessam. As verdadeiras, as de utilidade e que comprovariam que o mundo está melhor, não são divulgadas. Não causam impacto, não dão lucro, nem despertam interesse na maioria que vive sem perceber porque e para que vive. São os que olham, mas não veem.

O homem está a cada dia mais longevo, graças às tecnologias, à descoberta de novas medicinas, incluindo aparelhagem de conforto que facilita a vida das pessoas. A medicina preventiva e a possibilidade de erradicar doenças logo no nascedouro são também razões por que estamos durando mais. Apesar das químicas dos alimentos e das pressões da vida moderna, toda ela baseada em competições, quase sempre desiguais, que nos levam ao estresse e consequentes depressões, a saúde física das pessoas está melhor. Até pouco tempo, os cânceres e a AIDS eram fatais. Hoje a maioria já está conseguindo vencê-los.

Prevalecem ainda as doenças de caráter psicossomático que poderiam ser evitadas se tivéssemos autocontrole diante das situações mais naturais e diante das quais nos desequilibramos. São dessa natureza os infartos, as gastrites e ulcerações, a hipertensão, a angina e tantas outras doenças nascidas da ansiedade e do descontrole emocional. Destacam-se nesse campo a impaciência, a inconformação, a inveja, as suscetibilidades por ninharias, a pressa, a cólera e todos os seus derivados, deem-se a eles o nome que quiserem. E todas geradas pela dupla famosa: orgulho e egoísmo.

Diante disso, cabe a pergunta: – Estamos vivendo mais, para quê? Que vantagem levamos passando na Terra maior número de anos se eles são emoldurados de tristeza, de medo, de revolta? Estaria valendo a pena viver mais, priorizando-se a quantidade em detrimento da qualidade?

O que poderíamos fazer, seria a pergunta imediata, para dar melhor aproveitamento a este momento de vida na Terra? A resposta é a mais simples possível. Ser mais espirituais e menos materiais. Investir um pouco no que vai durar eternamente e menos no que deve terminar antes de uma centena de anos de vida. Ainda que o mundo não acredite em nós, os espíritas têm o dever de acreditar, porque se trata de viver na prática o que já sabemos à larga, como teoria. A vida na Terra, conhecida com encarnação, nada mais é do que uma renovação de oportunidade concedida pelo Plano Divino para seguirmos no nosso curso de aprimoramento visando a perfeição espiritual. A vida no planeta é um tempo provisório, apesar de importantíssimo, mas só como auxiliar no aperfeiçoamento que nos permitirá sair daqui melhor do que chegamos.

Neste Natal, paremos um pouco. Observemos o que ocorre na maioria das casas e, possivelmente, na nossa. Banquetes exagerados, fartura que agride a desigualdade do mundo, esnobações com bebidas de grifes famosas, caras, que nem sempre encontram o refino do paladar de quem consome. Pura esnobação. Destinemos uma parte dos gastos com os presentes insensatos, com a troca de equipamentos ainda atuais por outros desnecessários. Entreguemos uma doação à casa de oração que frequentamos, dirijamo-nos a um asilo, orfanato ou hospital e entreguemos nossa contribuição em memória de nossos pais ou parentes próximos, falando em nome de Jesus. Será o presente que daremos ao Cristo neste Natal de 2013, porque nos natais passados presenteamos nossos familiares e nada ofertamos ao aniversariante. Provavelmente, nem um Pai Nosso. Já fomos advertidos por Jesus, conforme Mateus 25-36:46:

“Tive fome e me destes de comer, tive sede e me destes de beber, necessitei de roupas e me vestistes, estive enfermo e cuidastes de mim, estive preso e me visitaste.” Então os justos lhe perguntaram: “Senhor, quando te vimos com fome e te demos de comer, ou com sede e te demos de beber? ” E o Rei responderá: “Digo-lhe em verdade, que o que fizestes a algum dos meus menores irmãos, a mim o fizestes.”

Podemos ser auxiliares de Jesus na transformação do mundo.

Feliz Natal!

Jornal O Clarim – Dezembro de 2013

 

Mecanismos de la Caridad

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Lo qué el ladrón roba, la herrumbre corroe y la polilla consume, enseñó Jesucristo, no es nuestro.

Octávio Caúmo Serrano | caumo@caumo.com

Cuando pensamos poseer un bien de la Tierra, en verdad no lo poseemos. La madre afirma: “¡mi hijo!”. Si él desencarna, ella ya no tiene más hijo. El hombre dice “mi coche”; pero si el ladrón lo lleva, no tiene más  “su” coche. Tenemos dinero en el banco y el gobierno viene y lo confisca; o un secuestrador exige rescate. ¿Dónde fue parar nuestro dinero? Esos supuestos haberes incluyen también el cuerpo, a lo cual tenemos tanto apego y que aderezamos hasta la exageración. Después del desencarne, se transforma simplemente en cabellos y huesos; vuelve al laboratorio de la naturaleza. ¿Dónde está  mi cuerpo?

Son ejemplos sencillos para constatar que los bártulos del mundo son de pose transitoria y pueden sernos substraídos a cualquier momento, diferentemente de los espirituales, que son tesoros eternos, cualquiera que sea el plan en que nos encontremos.

Raciocinemos. Si vendemos nuestro coche y usamos el dinero en un ademán de beneficencia, seremos propietarios absolutos de esa actitud de valor; nadie más podrá sacarla de nosotros. Sin embargo, mientras seamos propietarios de un bien físico, corremos el riesgo de perderlo a cualquier momento.

Pensamos que así, queda fácil entender lo que es realmente nuestro y lo que es prestado para uso provisorio, aunque concordemos que el ejemplo es una exageración; ¡pocos están aptos para eso! ¡Sin embargo, Chico Xavier estaba, pues cambió un Fuscão por comida para sus pobres! El lector interesado podrá buscar detalles en el site http://portal.espiritismosul.org.br/?p=328, en la parte que habla sobre Chico y el Volks – Una transacción que Jesucristo también haría (extraído del libro “Lecciones de Sabiduría” – Chico Xavier en los 22 años de la Folha Espirita, Marlene Rossi S. Nobre – FE Editora Periodística Ltda – pag. 241).

Con la convicción de esta verdad, los hombres empezarán a invertir en otro tipo de ahorro. Un ahorro que garantice el porvenir del Espíritu inmortal, pues éste va a precisar de esas conquistas por toda la eternidad. Lamentablemente, con los apelos materiales en mundos inferiores como el nuestro, donde el cuerpo prevalece sobre el alma, es realmente difícil tener esa conciencia, a no ser cuando convencidos por los dolores. Pero a los pocos vamos entendiendo y arriesgándonos a diversificar las inversiones.

Este raciocinio permite entender qué es dando que se recibe. O sea, cuando damos ya recibimos; sea bueno, sea malo.

¡Ante el desencarne de un ser querido, la primera pregunta qué nos viene a la mente es cómo llegará él a la espiritualidad! Duda innecesaria si conocíamos bien aquél que partió. Basta ver como él vivió para saber como llegará al mundo de la verdad. Hagamos un análisis sin fantasía, independiente del grado de vinculación con nuestro ente querido, aunque que fuese nuestra propia madre.

La encarnación tiene como finalidad el adorno del Espíritu para nuevas etapas de vida, en la materia o fuera de ella. Quien fue solidario en la Tierra cogerá los frutos en la espiritualidad y no necesitamos temer por su porvenir. Pero si el egoísmo prevaleció, no hay porque engañarnos. No estará muy bien en el mundo de los Espíritus. Tendrá cuentas a acertar antes de ajustarse a la nueva situación y tener otra oportunidad para renacer en la Tierra.

Basta entender qué “la justicia divina es efectivamente justa”, de verdad, para saber que no puede ser diferente. Los convenientes arreglos de los hombres no hacen parte de las Leyes de Dios. Cuando aprendemos sobre acción y reacción, es así que debemos entender el porvenir espiritual de las personas.

El sentimentalismo, generalmente cargado de emoción, nos hace ver las criaturas con ojos coloridos, atribuyéndoles calidades que quizá no tengan. Y el inverso también ocurre casi siempre. Como aprendemos por el Evangelio de Jesus, tenemos de medir todos con la misma vara.

Lo que plantamos cogemos. La reencarnación, lejos de ser un castigo, es la mayor expresión de la misericordia de Dios, porque se repite tantas veces cuantas necesarias hasta que consigamos “pasar de año”. A cada uno cabe retirar de ese tiempo en la materia las oportunidades que ella ofrece. Por eso tenemos el deber de aprovechar el tiempo. Necesitamos leer más, estudiar más, trabajar más y ser más fraternos. Tenemos de fijarnos en el prójimo para, en la medida de nuestra capacidad, suavizar su carga. Los beneficios que le prestemos serán nuestro salvoconducto para viajar rumbo a la espiritualidad superior.

El bien que hacemos puede ser la ayuda material o el apoyo espiritual. La palabra confortadora o el silencio respetuoso. No debemos comentar sobre un defecto físico que ya sirve de aflicción o complejo para la persona. Los comentarios irrespetuosos crean tristezas y enemistades. Expresiones como: hola calvo, hola desdentado, hola dentón, y otras agresividades, pueden llevar a un malestar o odio de las personas contra nosotros.

La verdadera caridad es aquélla que pone una sonrisa en los labios del otro y lo hace sentir placer con nuestra presencia. Cuando somos aguardados y alguien dice “que bueno que usted vino”, estamos en el camino cierto. Hacer al otro lo que gustaríamos que el otro nos hiciese en situaciones idénticas es la mejor receta para ser querido.

Dice el Espiritismo que “fuera de la caridad no hay salvación”. Conveniente, por tanto, invertir más en esa “moneda” que se acepta en los diferentes mundos. Así vivió y “vive” el médico Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, que sigue haciendo el bien a todos cuántos piden su presencia en este planeta sufridor escogido por él para proseguir sirviendo a través de su Casa de los Humildes, con sede en la espiritualidad de la Tierra.

Podemos cerrar este texto repitiendo frase que ya usamos en otras oportunidades: “No somos un ser humano en una experiencia espiritual; somos un ser espiritual en una experiencia humana”. Esta afirmación condensa toda nuestra naturaleza y la finalidad de la vida en la Tierra. ¡Vale la pena pensar en el asunto, con seriedad! La caridad es un ahorro eterno y no cambia, como la de los hombres, al sabor de las conveniencias.

En este Navidad, es lo que de mejor podemos anhelar a nuestros estimados lectores. Que aprovechen la vibración de amor nacida con el recuerdo del Cristo, en el sentido de hacer el bien, cada vez más. ¡Es el mayor regalo, para dar o para recibir!

RIE – Revista Internacional de Espiritismo – deciembre 2013

 

Mecanismos da Caridade

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rie-capa-dezembro_2013    O que o ladrão rouba, a ferrugem corrói e a traça consome, ensinou Jesus, não é nosso.

Octávio Caúmo Serrano | caumo@caumo.com

Quando pensamos possuir um bem da Terra, na verdade não o possuímos. A mãe afirma: “meu filho!”. Se ele desencarna, ela não tem mais filho. O homem diz “meu carro”; mas se o ladrão o leva, ele deixa de ter o “seu” carro. Temos dinheiro no banco e o governo vem e o confisca; ou um sequestrador exige resgate. Onde foi parar o nosso dinheiro? Essas pretensas posses incluem também o corpo, ao qual temos tanto apego e que enfeitamos até o exagero. Logo após o desencarne, ele transforma-se simplesmente em cabelos e ossos; volta ao laboratório da natureza. Onde está o “meu” corpo?

São exemplos simples para constatar que os bens do mundo são de posse transitória e podem ser-nos subtraídos a qualquer momento, diferentemente dos bens espirituais, que são tesouros eternos, qualquer que seja o plano em que estejamos.

Raciocinemos. Se vendemos o nosso carro e usamos o dinheiro num gesto de benemerência, seremos proprietários absolutos dessa atitude de valor; ninguém mais poderá tirá-la de nós. Mas enquanto formos proprietários do bem físico, corremos o risco de perdê-lo a qualquer momento.

Pensamos que assim, fica fácil entender o que é realmente nosso e o que é emprestado para uso provisório, embora concordemos que o exemplo é um exagero; poucos estão preparados para isso! Mas Chico Xavier estava, pois trocou um Fuscão por comida para os seus pobres! O leitor interessado poderá procurar detalhes no endereço http://portal.espiritismosul.org.br/?p=328, na parte que fala sobre Chico e o Volks – Uma Transação que Jesus também faria (extraído do livro Lições de Sabedoria – Chico Xavier nos 22 anos da Folha Espírita, Marlene Rossi S. Nobre – FE Editora Jornalística Ltda – pag. 241).

Com a convicção desta verdade, os homens começarão a investir em outro tipo de poupança. Uma poupança que garanta o futuro do Espírito imortal, pois este vai precisar dessas conquistas por toda a eternidade. Infelizmente, com os apelos materiais em mundos inferiores como o nosso, onde o corpo prevalece sobre a alma, é realmente difícil essa conscientização, a não ser quando convencidos pelas dores. Mas aos poucos vamos entendendo e nos arriscando a diversificar os investimentos.

Este raciocínio permite entender que é dando que se recebe. Ou seja, quando damos já recebemos; seja bom, seja mau.

Ante o desencarne de um ser querido, a primeira pergunta que nos vem à mente é como chegará ele à espiritualidade! Dúvida desnecessária se conhecíamos bem aquele que partiu. Basta ver como ele viveu para saber como chegará ao mundo da verdade. Façamos uma análise sem pieguice, independente do grau de vinculação com nosso ente querido, ainda que fosse a nossa própria mãe.

A encarnação tem como finalidade o preparo do Espírito para novas etapas de vida, na matéria ou fora dela. Quem foi solidário na Terra colherá os frutos na erraticidade e não precisamos temer pelo seu futuro. Mas se o egoísmo prevaleceu, não há porque iludir-nos. Não estará muito bem no mundo dos Espíritos. Terá contas a acertar antes de ajustar-se à nova situação e ter outra oportunidade para renascer na Terra.

Basta entender que “a justiça divina é efetivamente justa”, de verdade, para saber que não pode ser diferente. Os jeitinhos dos homens não fazem parte das Leis de Deus. Quando aprendemos sobre ação e reação, é assim que devemos entender o futuro espiritual das pessoas.

O sentimentalismo, geralmente carregado de emoção, faz-nos ver as criaturas com olhos coloridos, atribuindo-lhes qualidades que talvez não tenham. E o inverso também ocorre amiúde. Como aprendemos pelo Evangelho de Jesus, temos de medir todos com a mesma vara.

O que plantamos colhemos. A reencarnação, longe de ser um castigo, é a maior expressão da misericórdia de Deus, porque se repete tantas vezes quantas necessárias até que consigamos “passar de ano”. Cabe a cada um retirar desse tempo na matéria as oportunidades que ela oferece. Por isso temos o dever de aproveitar o tempo. Precisamos ler mais, estudar mais, trabalhar mais e ser mais fraternos. Temos de prestar atenção no próximo para, na medida de nossa competência, suavizar-lhe a carga. Os benefícios que lhe prestarmos serão o nosso salvo-conduto para viajar rumo à espiritualidade superior.

O bem que fazemos pode ser a ajuda material ou o apoio espiritual. A palavra confortadora ou o silêncio respeitoso. Não devemos comentar sobre um defeito físico que já serve de aflição ou complexo para a pessoa. Os comentários desrespeitosos criam mágoas e inimizades. Expressões como: ô careca, ô banguela, ô dentuço, e outras leviandades, podem gerar mal-estar ou ódio das pessoas contra nós.

A verdadeira caridade é aquela que põe um sorriso nos lábios do outro e o faz sentir prazer com a nossa presença. Quando somos aguardados e alguém diz “que bom que você veio”, estamos no caminho certo. Fazer ao outro o que gostaríamos que o outro nos fizesse em situações idênticas é a melhor receita para ser amado.

Diz o Espiritismo que “fora da caridade não há salvação”. Conveniente, portanto, investir mais nessa “moeda” que circula nos diferentes mundos. Assim viveu e “vive” o médico Dr. Adolfo Bezerra de Menezes, que continua fazendo o bem a todos quantos pedem a sua presença neste planeta sofredor escolhido por ele para prosseguir servindo através de sua Casa dos Humildes, sediada na espiritualidade da Terra.

Podemos fechar este texto repetindo frase que já usamos noutras oportunidades: “Não somos um ser humano numa experiência espiritual; somos um ser espiritual numa experiência humana”. Esta afirmação resume toda a nossa natureza e a finalidade da vida na Terra. Vale a pena pensar no assunto, com seriedade! A caridade é uma poupança eterna e não muda, como a dos homens, ao sabor das conveniências.

Neste Natal, é o que de melhor podemos desejar aos nossos prezados leitores. Que aproveitem a vibração de amor nascida da lembrança do Cristo, no sentido de fazer o bem, cada vez mais. É o maior presente, para dar ou para receber!

RIE – Revista Internacional de Espiritismo – dezembro de 2013