Os Essênios

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Uma luz que veio do Céu

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Homenagem ao 18 de abril de 1857 – A Falange VERDADE.

Certo dia, em meio às trevas,
Camuflado em nuvem clara,
Veio até nós obra rara,
Volitando pelo espaço;
Vinha esvoaçando no vento,
Como uma revelação
Pondo luz na imensidão,
Dando repouso ao cansaço!

O mundo todo se agita,
Impressionado que estava,
Pois ninguém acreditava
Naquelas revelações;
Eram tantas novidades
Acima do entendimento,
Que os homens, nesse momento,
Dividiam as atenções.

Espíritos do Senhor,
Nos quatro cantos do mundo,
Se apresentam e, num segundo,
A humanidade se altera…
A sociedade reunida
Brinca com as mesas que dançam
E as almas, como crianças,
Não sabem o que as espera.

Poucos anos se passaram
Juntando-se informações
E apesar dos brincalhões,
Muita coisa se aprendia;
Anotaram-se as respostas
Às perguntas dos curiosos,
Sobre assuntos tenebrosos,
Cheios de sabedoria.

O melhor do revelado
Neste divino arrebol
É que Espíritos de escol
Falaram da nossa sorte!
Nós somos almas eternas,
Com muitas encarnações
Para aprender mais lições
De vida, pois não há morte!

O que se julgava o fim,
Agora é só mera etapa
E se a vida nos escapa,
Voltamos num recomeço,
Cada vez que é necessário,
Quantas vezes for preciso,
Até que tenhamos juízo
E por nossa vida apreço.

Logo após veio Kardec,
Que num livro registrou
Tudo aquilo que anotou;
Foi em 18 de abril,
Do ano cinquenta e sete,
No século XIX;
Até que em sessenta e nove
Ele da terra partiu.

Deixava o Consolador,
Já prometido em João,
Para a nossa redenção,
Num processo natural;
Não há castigo do Céu,
E nada mais nos afronta,
Pois cada um, por sua conta,
Vai se livrando do mal.

Neste pequeno relato
Que mostra o saber de Deus,
Vemos que mesmo os ateus,
Como os de outros matizes,
De outras raças, de outros credos,
Receberam, igualmente,
O amor divino, imanente,
Que há de fazê-los felizes!

Salve a Doutrina divina
Que se chama Espiritismo,
Que sem nenhum fanatismo
Nos convida à liberdade
E é acessível a todos;
Não esconde informações,
Porque são revelações
Do Espírito da Verdade!

RIE – Revista Internacional de Espiritismo – abril de 2013

Um dia depois do outro

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“Viver sem amigos, não é viver” – Cícero

Mas onde estão eles, meu caro pensador? No mundo, embora tudo melhore a cada dia, a solidariedade ainda está longe do ideal. O egoísmo, de braços dados com o orgulho, continua reinando soberano em todas as camadas sociais, intelectuais, morais e até religiosas. O preconceito vige em todas as áreas.

As pessoas escolhem os amigos quase sempre pelos valores materiais. Filhos de pais ilustres casam-se com moças de descendência nobre. Juntam-se os títulos, os bens e os sobrenomes. Daí muita gente ter uma coleção deles para homenagear as famílias dos dois lados. Não satisfeitos, ainda põem um prenome composto na pobre criatura. Vai ter que carregar pela vida afora o fardo da complicada assinatura. Do tipo Princesa Isabel. O leitor lembra o nome dela? Dizem que era Dona Isabel Cristina Leopoldina Augusta Micaela Gabriela Rafaela Gonzaga de Bragança e Bourbon. Tudo isso para depois ser apenas a Princesa Isabel.

O dia a dia muda as criaturas. Daí ser comum uma pessoa pobre ficar vaidosa após melhorar de vida. Fica arrogante de repente, pensando que o dinheiro a deixa mais valorizada. Continua vazia como pessoa, apesar da sua conta bancaria estar um pouco mais recheada. Monteiro Lobato, na fábula dos dois burrinhos, define tais pessoas. Sintetizamos:

“Dois burrinhos seguiam pela estrada. Um conduzia ouro em pó e o outro, sacos de farelo. Embora da mesma igualha, não queria o primeiro que o segundo caminhasse ao seu lado. – Alto lá! – dizia – não se emparelhe comigo, que quem carrega ouro não é igual a quem leva feno. Guarde distância. O burrinho do farelo obedecia roendo-se de inveja do fidalgo… De repente, ladrões agarram os burrinhos pelos cabrestos. Examinam primeiro a carga do burro humilde e dizem desapontados: – Farelo.! Vejamos se há coisa melhor no da frente. – Ouro, ouro! – gritam, arregalando os olhos. E atiram-se ao saque. Mas o burrinho resiste. Desfere coices e dispara pelo campo. Os ladrões correm, cercam-no e lhe dão em cima de pau até saqueá-lo. Terminada a festa, o burrinho surrado que nem podia suster-se em pé, reclama o auxílio do outro que comia capim sossegadamente. – Socorro, amigo! Venha acudir-me que estou descadeirado… O burrinho do farelo respondeu: – Mas poderei aproximar-me de Vossa Excelência? – Como não? Minha fidalguia estava dentro da sacola e lá se foi nas mãos daqueles patifes. Sem o ouro no lombo, sou uma pobre besta igual a você… – Bem sei. Você é como certos homens do mundo que só valem pelo cargo e dinheiro. No fundo, são simples bestas de carga, eu, tu, eles… E ajudou-o a regressar para casa, decorando, para uso próprio, a lição que ardia no lombo do vaidoso.”

Feliz aquele que na vida recebe a surra de esclarecimento para conhecer-se melhor e saber que o homem vale pelo que é, não pelo que tem.

Sobre o assunto, temos ainda a mensagem da bonita composição de Billy Blanco, “A banca do distinto”, cantada pela saudosa Isaurinha Garcia: “Não fala com pobre, não dá mão a preto, não carrega embrulho; pra que tanta pose, doutor, pra que esse orgulho. A bruxa que é cega esbarra na gente e a vida estanca; o enfarte lhe pega, doutor e acaba essa banca. A vaidade é assim, põe o bobo no alto e retira a escada e fica por perto esperando sentada, mais cedo ou mais tarde, ele acaba no chão! Mais alto o coqueiro, maior é o tombo do coco, afinal, todo mundo é igual quando a vida termina com terra por cima e na horizontal!”

Podemos aprender com as coisas mais singelas; se o quisermos. É só ter olhos de ver e ouvidos de ouvir, como já ensinou Jesus Cristo. O Evangelho não está escrito apenas nos livros sagrados, mas também nos jornais, na TV, na rua e nos olhos e atitudes das pessoas. Precisamos saber lê-lo em qualquer ocasião. Isto é sabedoria!

Jornal O Clarim – abril de 2014

Sesquicentenário

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“El Evangelio Según el Espiritismo”: tercera obra de la codificación.

Octávio Caúmo Serrano | caumo@caumo.com

El día 29 de abril de 1864, el lúcido escritor Allan Kardec lanzaba la primera edición del libro Imitación del Evangelio, que en las ediciones siguientes, por sugerencia del editor y de otras personas, pasó a recibir el título del Evangelio Según el Espiritismo. Este mes de abril la obra completará 150 años.

Tercer libro de la codificación, define el aspecto religioso de la Doctrina de los Espíritus. En el libro Obras Póstumas hay anotaciones de Kardec sobre la elaboración de ese trabajo. Por ejemplo: el 14 de septiembre de 1863, Kardec recibió una comunicación sobre el libro: “Nuestra acción, principalmente la del Espíritu de Verdad, es constante a tu lado y de tal manera que no la puedes negar. Así, no entraré en detalles innecesarios sobre el plan de tu obra que modificaste tan amplia y completamente, según mis consejos”. Kardec no había revelado a nadie sobre lo que escribía.

En la misma comunicación, el Espíritu comenta sobre la importancia de este libro: “Con esta obra, el edificio comienza a libertarse de los andamios y ya podemos ver la cúpula dibujarse en el horizonte. Continúa, pues, sin impaciencia que el monumento estará listo en la hora determinada”.

La naturaleza religiosa del Espiritismo es también afirmada en la conversación del codificador con su Espíritu guía el 9 de agosto de 1863, cuando el Espíritu dice: “se aproxima la hora en la que tendrás de presentar el Espiritismo como él realmente es, mostrando a todos donde se encuentra la verdadera doctrina enseñada por Jesucristo, cuando, delante del Cielo y de la Tierra, tendrás de proclamar el Espiritismo como la única tradición verdaderamente divina y humana. Al escogerte los Espíritus conocían la solidez de tu convicciones y sabían qué tu fe, cuál un muro de acero, y resistiría a todos los ataques”. ¡ Y sabemos qué fueron muchos, incluso llevándolo a dificultades financieras por sabotaje contra su colegio, además de otros ataques!

Luego de inicio, tenemos bello Prefacio dictado por el Espíritu de Verdad, cuando informa sobre el ejército de Espíritus Superiores que se desplaza para la Tierra para alumbrar los caminos y abrir los ojos de los ciegos. Una página extraordinaria que merece lectura atenta y en recogimiento.

La inteligencia de este libro de veintiocho capítulos es evidenciada por la forma como el codificador lo presentó. Explica que solo fueron abordadas las Leyes Morales enseñadas por Jesucristo, descartándose dogmas, ritualismos y actos comunes de la época, atiendose exclusivamente a las reglas de conducta del hombre delante de Dios, del prójimo y de sí mismo.

A continuación, al explicar sobre la autoridad de la Doctrina Espiritista, que abarca el control universal de la enseñanza de los Espíritus Superiores, destaca en el capítulo “Noticias Históricas” sobre términos de la época constantes del Nuevo Testamento a fin de facilitar el entendimiento de las lecciones de Jesucristo, incluso en el enunciado de las parábolas.

Demostra su modestia, a fin de no arvorarse de inventor o descubridor del mundo espiritual, al informar que Sócrates (469 a.C. – 399 a.C.) y su discípulo Platón ya hablaban del mundo de los Espíritus como algo real. Sócrates afirmaba: “El hombre es un alma encarnada. Antes de su encarnación ella ya existía junto a los modelos primordiales, a las ideas del verdadero, de lo bien y de lo bello. Se despegó de ellas al encarnarse y, recordando su pasado, se siente más o menos

atormentada por el deseo de a ellas volver”. El cristianismo primitivo no enseña diferente. Decía más: “Mientras tengamos nuestro cuerpo y nuestra alma si encuentre llena de esa corrupción, jamás poseeremos la verdad”.

Ya en el primer capítulo, Kardec habla de las tres revelaciones – Moisés, Jesucristo y el Espiritismo – para mostrar el cuidado del Plan Divino con los hombres del planeta, enviando misioneros a la medida que podemos entender y beneficiarnos un poco más. Jamás estamos abandonados.

Abre cada uno de los demás capítulos, todos de orden moral, con el enunciado clásico de los evangelistas – siendo un u otro del Viejo Testamento, como la seción 11 del capítulo XXI, con el enunciado del profeta Jeremias –, y da enseguida su explicación sobre la lección bíblica. Instrucciones didácticas y que, en la mayoría de los capítulos, son complementadas por la orientación de Espíritus. Casi siempre de mayor jerarquía, pero también, en ciertas oportunidades, por sufridores que revelan las consecuencias que sus errores les causaron. Un ejemplo es la parte 8 del capítulo II, una realeza en la Tierra que trae una declaración de una reina de Francia, Havre, 1863, que nos enseña lo que significa la expresión: “Mi reino no es de este mundo”.

Finaliza el capítulo XXVIII con una colección de oraciones espiritistas, abriéndo con el anunciado del Padre Nuestro y la explicación de cada parte de esa plegaria dominical (la plegaria enseñada por el Señor Jesucristo). Si hoy la mayoría ya tiene capacidad para relacionarse con Dios sin necesitar de fórmulas predeterminadas, aquel tiempo, cuando todo relacionado al Espiritismo era novedad, Kardec dejó modelos para cada situación. Simple guión de orientación. Más o menos como cuando Jesucristo enseñó a sus discípulos como orar, aunque el Padre Nuestro fuese una oración judaica con pedidos y alabanzas bastante semejantes a nuestra actual oración.

Este libro ya empieza a ser más estudiado en las casas espiritistas y en los hogares. Antes era simplemente un libro para leerse en la apertura de algún trabajo, en el Evangelio en el Lar o como plegaria diaria. Hoy, ya se percibe la fuente de informaciones y enseñanzas que él trae y ya es parte de reuniones de estudio en la mayoría de los centros espiritistas. Y los que aún no estudian, deberían empezar a estudiarlo. Ésta es la mejor forma de agradecer al señor Allan Kardec por la herencia que nos dejó, a pesar de todas las dificultades por que pasó.

¡Enhorabuena, caro Maestro!

RIE – Revista Internacional de Espiritismo – abril 2014

 

Sesquicentenário

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RIE_capa_abril_2014

No dia 29 de abril de 1864, o lúcido escritor Allan Kardec lançava a primeira edição do livro “Imitação do Evangelho” que nas edições seguintes, por sugestão do editor e outras pessoas, passou a receber o título de “O Evangelho Segundo o Espiritismo”. Neste mês de abril a obra completará 150 anos.

Terceiro livro da Codificação, ele define o aspecto religioso da Doutrina dos Espíritos. No livro “Obras Póstumas” há anotações de Kardec sobre a elaboração deste livro. Por exemplo, em 14 de setembro de 1863, ele recebeu uma comunicação a respeito do livro: “ Nossa ação, principalmente a do Espírito de Verdade, é constante ao teu lado e de tal maneira que não a podes negar. Assim, não entrarei em detalhes desnecessários sobre o plano da tua obra que modificaste tão ampla e completamente, segundo os meus conselhos. Kardec não havia revelado a ninguém que o estava escrevendo.”

Na mesma comunicação, o Espírito afirma sobre a importância deste livro: “Com esta obra, o edifício começa a se libertar dos andaimes e já podemos ver-lhe a cúpula desenhar-se no horizonte. Continua, pois, sem impaciência que o monumento estará pronto na hora determinada.”

A natureza religiosa do Espiritismo é também afirmada na conversação do Codificador com seu Espírito guia em 9 de agosto de 1863, quando o Espírito diz: “Aproxima-se a hora em que terás de apresentar o Espiritismo como ele realmente é, mostrando a todos onde se encontra a verdadeira doutrina ensinada pelo Cristo, quando, diante do Céu e da Terra, terás de proclamar o Espiritismo como a única tradição verdadeiramente divina e humana. Ao te escolherem os Espíritos conheciam a solidez das tuas convicções e sabiam que a tua fé, qual um muro de aço, resistiria a todos os ataques.” E sabemos que foram muitos, inclusive levando-o à dificuldades financeiras pela sabotagem contra seu colégio. Além de outros!

Logo de início, deparamo-nos com um belíssimo Prefácio ditado pelo Espírito de Verdade, quando informa sobre o exército de Espíritos Superiores que se desloca para a Terra para iluminar os caminhos e abrir os olhos dos cegos. Uma página extraordinária que merece leitura atenta e em recolhimento.

A inteligência deste livro de vinte e oito capítulos, é evidenciada pela forma como o codificador o apresentou. Explica que só abordava as Leis Morais ensinadas por Jesus, descartando dogmas, ritualismos e os atos comuns da época, atendo-se exclusivamente às regras de conduta do homem diante de Deus, do próximo e de si mesmo.

A seguir, ao explicar sobre a autoridade da Doutrina Espírita, que abrange o controle universal do ensinamento dos Espíritos Superiores, destaca no item Notícias Históricas sobre termos da época constantes do Novo Testamento a fim de facilitar-nos o entendimento das lições de Jesus, inclusive no enunciado das parábolas.

Num gesto de modéstia, a fim de não arvorar-se de inventor ou descobridor do mundo espiritual, informa que Sócrates (469 aC/399aC) e seu discípulo Platão, já falavam do mundo dos Espíritos como algo real. Sócrates afirmava: “O homem é uma alma encarnada. Antes de sua encarnação ela existia junto aos modelos primordiais, às ideias do verdadeiro, do bem e do belo. Separou-se delas ao encarnar-se e, lembrando seu passado, sente-se mais ou menos atormentada pelo desejo de a elas voltar.” O cristianismo primitivo não ensina diferente. Dizia mais: “Enquanto tivermos o nosso corpo e a nossa alma se encontrar mergulhada nessa corrupção jamais possuiremos a verdade.”

Já no primeiro capítulo, Kardec fala das três revelações – Moisés, Jesus e o Espiritismo – para demonstrar o cuidado do Plano Divino com os homens do planeta, pois manda missionários à medida que podemos entender e nos beneficiar mais um pouco. Nunca ficamos abandonados.

Abre cada um dos demais capítulos, todos de ordem moral, com o enunciado clássico dos evangelistas, – sendo um ou outro do Velho Testamento, como o item 11 do capítulo XXI, com o enunciado do profeta Jeremias –, e dá em seguida sua explicação sobre a lição bíblica. Instruções didáticas e que, na maioria dos capítulos, são complementadas pela orientação de Espíritos. Geralmente de maior hierarquia, mas também, em certas oportunidades, sofredores que revelam as consequências que seus erros lhes causaram. Um exemplo é o item 8 do Capítulo II, Uma realeza terrena que traz um depoimento de uma rainha de França, Havre, 1863, que nos explica o que significa “Meu reino não é deste mundo”.

Finaliza no capitulo XXVIII com uma coletânea de preces espíritas, que abre com o anunciado do Pai Nosso e a explicação de cada parte dessa prece dominical (a prece ensinada pelo Senhor Jesus). Se hoje a maioria já tem capacidade para se relacionar com Deus sem precisar de fórmulas predeterminadas, naquele tempo quando tudo relacionado ao Espiritismo era novidade, Kardec deixou modelos para cada situação. Mero roteiro e simples orientação. Mais ou menos como quando Jesus ensinou seus discípulos a orar, embora o Pai Nosso fosse uma oração judaica com pedidos e louvores bastante semelhantes à nossa atual oração.

Este livro já começa a ser mais estudado nas casas espíritas e nos lares. Antes era simplesmente um livro para ler-se na abertura de algum trabalho, no Evangelho no Lar ou como prece diária. Hoje, já se percebe o manancial de informações e ensinamentos que ele traz e já faz parte de reuniões de estudo na maioria dos Centros. E os que ainda não estudam, deveriam começar a estudá-lo. Esta é a melhor forma de agradecer ao senhor Allan Kardec pela herança que nos deixou, apesar de todas as dificuldades por que passou.

Parabéns, caro Mestre!

RIE – Revista Internacional de Espiritismo – abril de 2014