Eternas revelações

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Octavio Caúmo Serrano

Nada é novidade sobre a Terra. Só nos resta percebê-las.

Por mais que ignoremos ou fiquemos de olhos e ouvidos cerrados, o mundo caminha em velocidade vertiginosa. Queiramos ou não, percebamos ou não, a cada minuto há uma nova descoberta nas mais diversas áreas da vida planetária.

Para termos esta certeza basta observar as compras que fazemos num mercado. Enchemos o nosso carrinho sem dar-nos conta de quem descobriu o primeiro feijão, o primeiro arroz e a primeira batata. Quem chegou à conclusão que isso se come e serve para sustentar a vida das pessoas. E quem foi o primeiro que descobriu que precisava cozê-los. Não era possível comer cru, porque depois que ia ao fogo tinha um sabor melhor. Quem fez o primeiro pão, quem descobriu o guaraná, espremeu a primeira uva para extrair o vinho?

Trivialidades dos nossos dias, mas que não foram assim desde sempre. Por isso nascem novos perfumes, novos remédios, novas vacinas, novas tecnologias em todos os setores industriais.

Se fizermos um paralelo com as novidades espirituais, veremos que à medida que o tempo passa, descobrimos em nós defeitos e qualidades a serem combatidos ou aprimorados. O homem de amanhã está muito distante do de ontem, mesmo que ele seja o mesmo binômio carne e alma, já existente há algum tempo. Estamos condenados à evolução, queiramos ou não, porque é impossível viver um só dia sem aprender coisas novas, cabendo a nós selecioná-las se são úteis ou nocivas.

Quando vemos alguém criar algo novo, dizendo-se inventor, sabemos que ali está uma descoberta que a natureza já havia posto à disposição do mundo, mas só agora alguém desvendou seu mistério. Só nesse momento alguém juntou as partes para fazer um todo novo. Por exemplo: A água existe desde que o planeta se formou e é conhecida em química como H²0. Serve para matar a sede, hidratar o corpo, higienizar tudo o que demanda limpeza. Mas um dia o homem descobriu que se lhe adicionasse mais uma molécula de 0 (oxigênio), criaria o H²0² (peróxido de hidrogênio) que pode ser diluído com água para fazer solução de diferentes porcentagens, conhecidas como água oxigenada. Já não mais é potável porque é ácida e corrosiva, mas serve também como desinfetante, clareador, esterilizante, além de inúmeras outras utilidades. O homem não inventou nem a água nem o oxigênio, mas descobriu que juntos criavam um novo produto. Assim é tudo na vida. Deus já pôs à disposição do homem tudo o que ele precisa e que vai descobrindo à medida que lhe seja útil.

O que é preciso fazer para mudar e evoluir em moral e conhecimentos? Ter fé e saber que somos um espírito eterno em permanente processo de crescimento espiritual. Sem a confiança na vida futura ninguém empreenderá essa tarefa com convicção. Tudo fica um permanente agora sem qualquer perspectiva futura. Só a reencarnação pode dar-nos sentido à vida e isso o Espiritismo explica muito bem. Quem tem bom senso há de ver que Deus é mais sábio do que os homens supõem e destina a cada um de seus filhos um futuro brilhante. Resta-nos apenas conquistá-lo pelos próprios méritos.

Tribuna Espírita – julho/agosto 2014

O exemplo do palhaço

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O exemplo do palhaço   – dia a dia

Ao estudar o Evangelho Segundo o Espiritismo, Capítulo XX, os Trabalhadores da Última Hora, vimos um comentário do espírito que assina Henri Heine, Paris 1863, que será o mesmo Christian Johann Heinrich Heine (Düsseldorf, 13 de dezembro de 1797Paris, 17 de fevereiro de 1856), poeta alemão, conhecido como “o último dos românticos”. Boa parte de sua poesia lírica, especialmente a sua obra de juventude, foi musicada por vários compositores notáveis como Robert Schumann, Franz Schubert, Felix Mendelssohn, Brahms, Hugo Wolf, Richard Wagner e, já no século XX, por José Maria Rocha Fereira, Hans Werner Henze e Lord Berners. Escreveu também, entre tantos assuntos, sobre a História da religião e da filosofia na Alemanha e Outros escritos. Tradução de Guilherme Miranda.

Embora valha a pena conhecer suas obras, e há muitas em português, conheci este autor por encantar-me com seu poema “O tédio”, também conhecido como The Clown (o palhaço). Voltou à minha mente a primeira vez que ouvi, em 1958, recém casado, quando meu sogro declamou para mim. Vale a pena conhecer e inclusive há tradução do poeta paulista Guilherme de Almeida. Se algum leitor desejar, mande email e enviarei.

Permito-me dizer que a poesia trata da história de um homem depressivo, vítima de terrível tédio, que busca ajuda no doutor e este lhe dá muitos conselhos: que desperte para a vida, que ame, que viaje. E quando ele diz que tudo isto já fez e não serviram como remédios para o seu terrível tédio, o doutor o aconselha a ir ao circo; o poema termina assim: “Vá ao circo, senhor, talvez a arlequinada do palhaço querido que as multidões não cessam de aplaudir lhe desperte a alegria que falta à boa gargalhada.” O homem, porém, retruca: “Já vejo meu doutor que o mal é incurával, o clown de que fala, o clown inimitável que as multidões diverte a rir no Coliseu, o riso que ele tem é um riso aparvalhado, que só misérias encobre, é um riso desgraçado. O palhaço, sou eu!”

Chamou-me a atenção a atitude deste palhaço, que a exemplo de tantos outros cantados em prosa e verso, esquecem e superam suas dores para que o povo tenha alegria. Que felicidade! Um verdadeiro gesto de amor ao próximo. Enquanto nós vivemos a lamentar pequenos dissabores, quantas vezes um palhaço deixa o filho no leito do hospital ou o corpo da esposa sendo velado, para cumprir seu dever de espalhar alegria. Que vitória sobre o próprio sofrimento. Ah! Se todos nós também de vez em quando incorporássemos a alma de um palhaço, afogando nossos males no sorriso da multidão, ficando felizes com a alegria do semelhante. Como fazem os verdadeiros amigos que evitam falar de seus problemas para não nos entristecer também.

Quando alguém nos pergunta como estamos, devemos sempre dizer que estamos bem; alegramos os amigos e aborrecemos os inimigos. Se desfilarmos o rosário de nossas penas, o resultado será o inverso e os inimigos é que ficarão exultantes.

Não é sem motivo que a literatura tem tantos trabalhos sobre o assunto, mostrando que depois que tira o nariz vermelho, o branco da face, a sombra dos olhos, a calça folgada e o suspensório trocado, encontramos por baixo de toda esta fantasia um irmão com as mesmas dores que temos e que carrega mágoas muitas vezes maiores do que as nossas. Mas, em atenção ao “respeitável público”, o espetáculo não pode parar. Ele faz rir o quanto possa, dando o melhor da sua competência, mesmo que depois, no camarim, tenha de verter todas as lágrimas acumuladas para lavar o próprio sofrimento.

Jornal O Clarim – Matão – Agosto de 2014

 

Recetas de salvación

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La salvación que necesitamos es la de nosotros mismos.

Octávio Caúmo Serrano | caumo@caumo.com

¡Es común que oigamos la afirmación que Jesucristo salva!

Preguntamos, entonces, como Él nos salva. ¿Solo porque decimos qué Lo admiramos? ¿Porque “Él dio su sangre para salvarnos?”. ¿Creemos qué Él tenga el deber de resolver los problemas qué son nuestros? ¿Dejamos todo para Él solucionar? ¿Es asi que Jesucristo nos salva?

Ni Jesucristo puede salvarnos si nosotros propios no nos salvemos. Lo qué Él dejó fue la receta infalible para que uno consiga su propia salvación. La Buena Noticia, también conocida como el Evangelio, el Testamento que Él ofreció a la humanidad es donde están contenidas todas las recetas para nuestra salvación.

¿Lo qué significa la salvación? ¿Kardec ya dijo qué “fuera de la caridad no hay salvación”. Tenemos qué salvarnos de qué o de quién? Mientras no entender qué tenemos de salvarnos de nosotros mismos, no daremos un solo paso en la dirección de la propalada salvación.

Quien anhelar salvarse debe empezar a remodelar desde ahora sus conceptos sobre la existencia y la relación con el medio en el que vive. En vez de ser irritado, sea calmo. En lugar de tomar represalias, silencie hasta que llegue el momento atinado para decir al otro qué él necesita oír, o hasta que él crezca y descubra por sí mismo el mejor rumbo a ser seguido.

Nunca delegue a un extraño la tarea que es suya. Elija sus puntos flacos y establezca una secuencia de renovación, sustituyendo cada defecto por la virtud antagónica. O somos orgullosos o humildes; egoístas o descolgados; pacientes o no controlados. Nunca podemos ser, al mismo tiempo, las dos cosas. O tenemos el defecto o tenemos la virtud. El conjunto de defectos nos mantienen inferiores, mientras que la colección de virtudes nos hace mejores y con derecho a disfrutar la dicha, aunque en sus más embrionarios vestigios.

No confiemos a los otros, ni a Jesus Cristo, las atribuciones que son de nuestra alzada, porque solamente conquistándolas por nosotros mismos es que podremos saborear el placer de haber vencido una batalla. Pida ayuda, pero más que todo, pida fuerza. No busquemos enemigos fuera de nosotros porque ellos ningún mal pueden hacernos, espiritualmente. La gran batalla del mundo moderno es la trabada entre el bien y el mal que se desarrolla en el interior de cada uno. Nosotros propios somos el gran enemigo a ser vencido. El desequilibrio nos impacienta y nos enferma; la serenidad es lo que cura y calma. Por el uso del libre albedrío, decidamos lo que queremos para nosotros: tristeza o alegría; placer o suplicio. Las elecciones están a nuestra disposición para que elijamos lo que más nos interesa.

No hay iglesia, no hay plegaria, no hay simpatía, no hay talismán o cualquier tipo de ritual que pueda mejorarnos si no contamos con nuestro propio esfuerzo de renovación. Una frase de los Espíritus dice: “Dios que te creó sin tu conocimiento, no podrá salvarte sin tu colaboración”. La salvación, que podríamos sustituir por evolución, está, como siempre estuvo, en nuestras manos. Fuimos criados allá atrás, en la eternidad de los tiempos, sin ningún conocimiento. Hoy tenemos muchas informaciones resultantes de lo que elegimos como prioridades para nosotros. De allí la diversidad de caracteres y temperamentos entre las personas. Unos avanzaron más hacia el bien, otros hacia el defecto. Pueden ser identificados fácilmente en un aglomerado. En una ciudad, en una familia, en un pueblo, en una institución, veremos cuales son las prioridades que cada uno dio a su vida. Somos siempre el producto de nuestras acciones y preferencias.

El Espiritismo no si considera el acaparador del saber, ni dueño de recetario milagroso o diferente para que las personas puedan llegar más deprisa a la perfección. Pero, seguro, es una doctrina lúcida, de buen-sentido y basada en la lógica de la naturaleza. Hace el bien, recibe el bien; hace el mal, recibe el mal como respuesta, según la ley básica de acción y reacción.

Cierta vez, en nuestro centro, una joven con cerca de diecisiete años vino hasta nosotros y dijo que había ido a nuestro centro para saber se con ella había espíritus. Dijimos que sí. Entonces, ella dijo: “Bien, eso ya lo sé; quiero saber que tipo de espíritus”. A lo que aducimos: “Eso es más fácil aún de saber; basta usted analizar lo que le gusta, lo que hace y en lo que usted más piensa habitualmente”. Ella entonces nos miro fijamente, medio asustada, y completó: “¡Dios, Nuestra Señora!”.

Las personas que pensaron, al leer el título, que teníamos fórmulas milagrosas como recetas de salvación deben estar decepcionadas. Simplemente repetimos lo que ya fue dicho hace siglos, pero que aún no conseguimos incorporar a nuestros hábitos para que la teoría sea vivida en la práctica. Sabemos de las cosas complicadas que todos entienden; sin embargo, no sabemos de las cosas más simple, que aún no conseguimos comprender. Delegamos a los gurús, maestros y orientadores todo lo que compete a nosotros resolver. Solo cuando pongamos manos a la obra y enfrentemos nuestras inferioridades con coraje, con humildad y sin timidez o perjuicio, es que descubriremos la verdadera ruta de la salvación.

Queremos conocer el sexo de los ángeles, pero no sabemos hacer reforma íntima; discutimos si el cuerpo de Jesus era fluido y se Él nació del Espírito Santo y de una Virgen, y nos olvidamos de fijarnos a su Evangelio. Dejamos de amar el prójimo y exigimos el amor de Dios. Mientras continuemos en esta incoherencia, no saldremos del lugar.

Los tiempos no son llegados; ya están pasando. ¡Rogamos a Dios para que bendiga nuestros buenos propósitos y nos dé discernimiento y coraje para un inmediato despertar! ¡Qué así sea!

RIE – Revista Internacional de Espiritismo- Agosto 2014

 

Receitas de salvação

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RIE agosto 2014  A salvação que precisamos é de nós mesmos.

Octávio Caúmo Serrano | caumo@caumo.com

É comum ouvirmos a afirmação que o Cristo salva!

Perguntamos, então, como Ele nos salva. Só porque dizemos que O admiramos? Porque “Ele deu seu sangue para nos salvar?”. Acreditamos que Ele tenha a obrigação de resolver os problemas que são nossos? Deixamos tudo para Ele solucionar? É assim que o Cristo nos salva?

Nem Jesus Cristo pode nos salvar se nós próprios não nos salvarmos. O que Ele deixou foi a receita infalível para que cada um consiga sua própria salvação. A Boa Nova, também conhecida como o Evangelho, o Testamento que Ele ofereceu à humanidade é onde estão contidas todas as receitas para a nossa salvação.

O que significa a salvação? Kardec já disse que “fora da caridade não há salvação”. Temos que nos salvar do que ou de quem? Enquanto não entendermos que temos de nos salvar de nós mesmos, não sairemos do lugar nem daremos um só passo na direção da propalada salvação.

Quem desejar salvar-se deve começar a reformular desde agora seus conceitos sobre a existência e o relacionamento com o meio em que vive. Em vez de ser irritado, seja calmo. Em vez de revidar, silencie até que surja o momento oportuno para dizer ao outro o que ele precisa ouvir, ou até que ele cresça e descubra por si mesmo o melhor rumo a ser seguido.

Nunca delegue a um estranho a tarefa que é sua. Eleja seus pontos fracos e estabeleça uma sequência de renovação, substituindo cada defeito pela virtude antagônica. Ou somos orgulhosos ou humildes; egoístas ou desprendidos; pacientes ou descontrolados. Nunca podemos ser, ao mesmo tempo, as duas coisas. Ou temos o defeito ou temos a virtude. O conjunto de defeitos nos mantêm inferiores, enquanto que a coleção de virtudes nos faz melhores e com direito a desfrutar a felicidade, ainda que nos seus mais embrionários resquícios.

Não confiemos aos outros, nem mesmo a Jesus Cristo, as atribuições que são da nossa alçada, porque somente conquistando-as por nós mesmos é que poderemos saborear o prazer de haver vencido uma batalha. Peça ajuda, mas acima de tudo, peça força. Não procuremos inimigos fora de nós porque eles nenhum mal podem nos fazer, espiritualmente. A grande batalha do mundo moderno é a travada entre o bem e o mal que se desenvolve no interior de cada um de nós. Nós próprios somos o grande inimigo a ser vencido. O desequilíbrio nos impacienta e nos adoece; a serenidade nos cura e nos acalma. Pelo uso do livre-arbítrio, decidamos o que queremos para nós: tristeza ou alegria; prazer ou suplício. As escolhas estão à nossa disposição para que elejamos o que mais nos interessa.

Não há igreja, não há prece, não há simpatia, não há talismã ou qualquer tipo de ritual que possam melhorar-nos se não contarmos com o nosso próprio esforço de renovação. Uma frase dos Espíritos diz: “Deus que te criou sem o teu conhecimento, não poderá salvar-te sem a tua colaboração”. A salvação, que poderíamos substituir por evolução, está, como sempre esteve, em nossas mãos. Fomos criados lá atrás, na eternidade dos tempos, sem nenhum conhecimento. Hoje temos muitos saberes resultantes do que elegemos como prioridades para nós. Daí a diversidade de caracteres e temperamentos entre as pessoas. Uns avançaram mais na direção do bem, outros no sentido da imperfeição. Podem ser identificados facilmente num aglomerado. Numa cidade, numa família, num povoado, numa instituição, veremos quais as prioridades que cada um deu à sua vida. Somos sempre o produto das nossas ações e preferências.

O Espiritismo não se arvora como monopolizador do saber, nem se considera dono de receituário milagroso ou diferente para que as pessoas possam chegar mais depressa à perfeição. Mas, seguramente, é uma doutrina lúcida, de bom-senso e baseada na lógica da natureza. Faz o bem, colhe o bem; faz o mal e recebe o mal como resposta, dentro da lei básica de ação e reação.

Certa vez, no nosso centro, uma jovem de aproximadamente dezessete anos veio até nós e disse que fora ao centro para saber se com ela havia espíritos. Dissemos que sim. Então, ela disse: “Bem, isso eu sei; quero saber que tipo de espíritos”. Ao que aduzimos: “Isso é mais fácil ainda de saber; basta você analisar o que gosta, o que faz e no que você mais pensa habitualmente”. Ela nos olhos fixamente, meio assustada, e completou: “Vixe Nossa Senhora!”.

As pessoas que pensaram, ao ler o título, que tínhamos fórmulas milagrosas como receitas de salvação devem estar decepcionadas. Simplesmente repetimos o que já foi dito há séculos, mas que ainda não conseguimos incorporar aos nossos hábitos para que a teoria seja vivida na prática. Sabemos das coisas complicadas que todos entendem, mas não sabemos das coisas mais simples, que ainda não conseguimos compreender. Delegamos aos gurus, mestres e orientadores aquilo que compete a nós resolver. Só quando pusermos as mãos à obra e enfrentarmos nossas inferioridades com coragem, com humildade e sem vergonha ou preconceito, é que teremos descoberto a verdadeira rota da salvação.

Queremos conhecer o sexo dos anjos, mas não sabemos fazer reforma íntima; discutimos se o corpo de Jesus era fluídico e se Ele nasceu do Espírito Santo e de uma Virgem, e nos esquecemos de prestar atenção ao seu Evangelho. Deixamos de amar o próximo e exigimos o amor de Deus. Enquanto continuarmos nesta incoerência, não sairemos do lugar.

Os tempos não são chegados; já estão passando. Rogamos a Deus para que abençoe nossos bons propósitos e nos dê discernimento e coragem para um imediato despertar! Que assim seja!

RIE – Revista Internacional de Espiritismo – Agosto de 2014