O passe analisado pela ciência

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Juventude e Mediunidade – Walkiria Lucia de Araujo Cavalcante

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Vida: um bem mais que precioso

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Octávio Caúmo Serrano

Quando vamos aprender a cuidar de nós? Temos o mau hábito de entregar nossa vida a quem não tem qualquer compromisso com ela. Ora é o religioso, a quem pedimos que reze por nós, como se Deus não nos ouvisse diretamente; ora é o governo, a quem damos procuração para gerir-nos; ora é o patrão que tem a responsabilidade de oferecer-nos a sobrevivência. O outro sempre nos parece mais qualificado que nós mesmos para cuidar da nossa vida.

Como seres gregários, é justo que vivamos rodeados de pessoas, porque é no convívio, fácil ou traumático, que exercitamos nossas virtudes. Sem aquele que nos trai ou calunia como exercitar o perdão; sem alguém que nos irrite, como viver a paciência e a resignação; sem a tentação da posse, como evidenciar nosso desprendimento. Certo que precisamos do próximo para aprender e ensinar. Mas não temos de ser escravo dele. Seja quem for, tenha a importância que tiver. Temos duas vidas a viver: uma no contato com terceiros, parentes, amigos e a sociedade em geral; outra com nossa consciência e crescimento individual. Às vezes precisamos da solidão para pensar melhor e revisar nossas ações.

Quando algo está errado, evidenciamos nossa irritabilidade; na maioria das vezes, porém, estamos de mãos atadas; nada podemos mudar. De que vale então sobrecarregar nosso organismo com o vírus da raiva que deixamos incubado em nós por longo tempo. Adoecemos, pouco a pouco, todos os dias. Toda inconformação judia de nós; o pior é que há fatos que não tem alternativa e deveríamos ter aceitação para suportá-los, aguardando que a própria natureza se encarregue de corrigi-los. A dor no mundo conserta as pessoas mais eficientemente do que qualquer filosofia. Ela é a mais convincente educadora que o mundo conhece. Se pelo amor não caminhamos, diante da dor saímos correndo na busca do socorro!

Não entregue sua vida a outrem porque ninguém cuidará dela melhor que você. Se ainda não se crê competente para a difícil tarefa, informe-se, estude, eduque-se a por fim defina o que mais lhe convém. A decisão será sempre sua, pela soberania do livre-arbítrio. Há um plantio para depois haver a colheita. Se você não conseguir, ninguém mais conseguirá. É tarefa exclusivamente sua e não adianta delegar porque, além de individual, é intransferível!

Jornalista e poeta

Jornal Correio da Paraíba – 22/03/2015

O Trabalhador Espírita

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Trabalhador Espírita

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INSTINTOS, SENSAÇÕES E SENTIMENTOS

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Walkiria Lúcia de Araújo Cavalcante – walkiria.wlac@yahoo.com.br

 “Em sua origem, o homem só tem instintos; quando mais avançado e corrompido, só tem sensações; quando instruído e depurado, tem sentimentos.” — O Evangelho Segundo o Espiritismo, cap. XI, item 08. 

O ser humano é um feixe de virtudes e defeitos que possuímos em nossa origem as informações e aprendizados necessários que serão os precursores do entendimento na formação da pessoa. Todos experienciamos situações necessárias ao nosso aprendizado, partindo de um mesmo princípio caminhamos rumo à perfeição.

O Livro A Gênese, em seu cap. III, itens 11 a 19 traz-nos uma bela explicação sobre os instintos, à inteligência e as paixões, os quais resumiremos: O instinto é a força oculta que solicita os seres orgânicos a atos espontâneos e involuntários, tendo em vista a sua conservação. Nos atos instintivos, não há nem reflexão, nem combinação e nem premeditação. O oposto é a inteligência. Enganam-se os que acreditam que o instinto acaba quando esta avança no ser. O instinto é o ato maquinal, a inteligência é um ato premeditado. O instinto está vinculado aos movimentos espontâneos e ao próprio instinto de sobrevivência que nos precata de perigos.

Outro termo confundido com os instintos são as paixões. (item 18) Sendo o instinto o guia, e as paixões os impulsos das almas, no primeiro período do seu desenvolvimento, se confundem em seus efeitos. As paixões tem caráter individual, variando de intensidade e de natureza de pessoa para pessoa, de acordo com o seu grau de evolução. Os instintos possuem efeitos gerais e uniformes. Aos instintos temos como contra ponto a inteligência; as paixões o desenvolvimento do senso moral.

No livro notável: Psicologia da Gratidão, Joanna de Ângelis, por intermédio da psicografia de Divaldo Franco, em seu cap. 4 – A Conquista da Plenitude pela Gratidão, especificamente no item Exercício da Gratidão faz uma bela análise sobre a aquisição da consciência e o seu desenvolvimento no ruma da vitória plena tendo como base Jung. A primeira etapa diz respeito à conquista da identificação entre a consciência do ser e tudo quanto se lhe refere, no entorno da sua existência. São os misantropos que o Evangelho fala. Que se identificam com as coisas muito mais do que com as pessoas. E quando estabelecem esta ligação com a família é de uma forma doentia. Existe a projeção do si no outro. Na segunda etapa, já se expressa à consciência que distingue o Eu e o outro. Esta é a fase do descobrir, do identificar as diversidades que existem.

Terceira etapa, as projeções transferem-se para símbolos, lições, princípios éticos, facultando a compreensão do abstrato, como a realidade de Deus em alguma parte… Aqui se entenda que a visão de Deus normalmente é a visão de um Deus punitivo ou compensador… Quarta etapa existe a superação das projeções, mesmo que assinaladas pela transcendência do abstrato e das ideias. É o que o homem moderno chama de centro vazio. É a busca da sua alma. Há a predominância do prazer e dos desejos de fácil controle. Não havendo o controle há a queda em transtornos depressivos. É o utilitarismo, o consumismo. Nesta fase o homem se considera um próprio deus. Vemos isso muito claro em pessoas que conseguiram algum sucesso e acreditam-se intocáveis e que nada irá lhes acontecer. Existe a autopresunção. Na quinta etapa o homem consegue a função transcendente e o símbolo unificador. É a fase que Joanna de Ângelis nos diz que “a consciência identifica o inconsciente e fundem-se, surgem às aspirações do belo, do ideal, do uno, da individualização.” E neste momento ela exalta a gratidão pela vida. Segundo ela o exercício de gratidão é um exercício de amor.

Não há como compreender a lei de amor sem a crença na reencarnação. Na verdade a reencarnação é a maior prova de amor da Divindade para conosco. Permitir o recomeçar. Permitir que mesmo depois dos erros, possamos nos reorganizar, aparar as arestas e continuar. Fazer com que a criatura humana tenha tantas chances quantas forem necessárias para o soerguimento humano. Permitir-se evoluir ao infinito. Vivemos numa sociedade que traz o entendimento errôneo que precisamos nos dar bem a todo custo, não importando se o outro irá sofrer com as nossas atitudes. E depois de saciada a nossa vontade colocamos como ponto seguinte na nossa escala de valores a família, o nosso grupo social, o nosso país. Por isso vemos tantas atrocidades acontecendo ao nosso derredor.

932. Por que, no mundo, tão amiúde, a influência dos maus sobrepuja a dos bons? Por fraqueza destes. Os maus são intrigantes e audaciosos, os bons são tímidos. Quando estes o quiserem, preponderarão.”(Livro dos Espíritos). A sociedade como um todo se questiona o porquê de nos encontramos vivendo situações tão ruins como agora. Mas estas mesmas pessoas são as que ultrapassam pelo acostamento numa rodovia, fazem gato de luz ou de água, dão um jeitinho de furar a fila porque são amigos do médico, querem receber benesses, favores num centro espírita porque são amigos do dirigente da instituição…. Enfim, reclamam do que está acontecendo, mas são parcela importante na disseminação do egoísmo e do “fazer o que for preciso para se dar bem”. São verdadeiros paladinos da justiça, mas não titubeiam em fazer qualquer coisa para se dar bem.

“913. Dentre os vícios, qual o que se pode considerar radical? Temo-lo dito muitas vezes: o egoísmo. Daí deriva todo mal. Estudai todos os vícios e vereis que no fundo de todos há egoísmo.”(Livro dos Espíritos). Levar vantagem sobre os outros. Não importa se o outro irá se prejudicar, o importante é não sofrer. Neste caso, se fossemos voltar naquela análise de Jung, das cinco etapas, diríamos que a criatura ainda encontra-se na segunda etapa: distingue o Eu do outro e só. Já o Evangelho Segundo o Espiritismo em seu cap. XI, item 08 nos fala do Amor puro sem mesclas: Amar, no sentido profundo do termo, é o homem ser leal, probo, consciencioso, para fazer aos outros o que quereria que estes lhe façam … sendo a quinta etapa de Jung. O ser humano transcende o Eu e passa a conjugar o nós em tudo o que faz.

RIE – Revista Internacional de Espiritismo – Março de 2015

Um Centro Espírita

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Desta vez não falaremos da casa espiritual, mas da casa material.

Há centros modestos e centros de luxo. Aqueles que têm trinta cadeiras, doadas, uma de cada cor e de cada tipo, umas mais outras menos confortáveis. Não têm microfones com caixas de som, “data shows” para ilustrar as palestras e outras modernidades. Não têm blog na internet nem Facebook para divulgar suas atividades, mas cumprem bem o papel de levar consolação aos participantes, desde que se mantenham fiéis aos princípios da nossa doutrina.

Para compensar a falta de estrutura midiática, oferecem cesta básica, sopas, enxovais e outros bens que o encarnado ainda necessita, porque geralmente se localizam em comunidades carentes e precisam de ajuda até para as despesas mais simples como água, luz, aluguel, material de limpeza e que tais. As pessoas que frequentam esses centros, geralmente de nada reclamam e compreendem que o que recebem nasce da caridade organizada com o sacrifício dos responsáveis pela instituição. Não reparam se as paredes estão com reboco solto, se a rua é de terra ou se o banheiro não é perfumado.

Existem centros, todavia, que oferecem aos frequentadores uma acomodação agradável, com cadeiras confortáveis, todas iguais, dando à sede uma aparência bonita; geralmente bem conservados, banheiro cuidado, água filtrada, copos descartáveis, som bem distribuído, ventiladores ou ambiente climatizado, e tudo o mais que têm direito alguém que frequenta uma instituição onde se paga para entrar ou beneficiar-se do que ali é oferecido; com a diferença que também ali nada se paga. Dão de graça também, como reconhecimento a Deus pela oportunidade que receberam: a de ajudar o próximo.

Se nos primeiros, a simplicidade e a modéstia das pessoas faz com que estejam satisfeitas e agradecidas, é muito comum nos núcleos mais sofisticados encontrarmos aqueles que reclamam do gosto da água ou que o banheiro estava com cheiro não muito perfumoso; como ninguém se oferece para ajudar na limpeza, a casa paga uma serviçal para manter tudo limpo.

Se estiver quente, percebe-se uma movimentação desenfreada, causando mais suor pelo esforço na movimentação do abanador do que propriamente pela temperatura do ambiente. Ficassem calmos, com atenção no que é importante, nem perceberiam o calor; quanto mais reclamam e se agitam, mais calor sentem!

Por que o centro espírita tem que oferecer conforto igual ao da nossa casa ou das salas de espetáculo onde pagamos altos preços pelos ingressos, se vamos ali para nos beneficiar do passe, do conhecimento explicado na palestra, da biblioteca, do estudo regular e até, para os mais lúcidos, para ter a oportunidade de trabalhar pelo próximo quando na verdade faz algo por si mesmo? Lembram o que disse o sábio Francisco de Assis? – “É dando que se recebe!”

Sede de um Centro Espírita! Construção destinada a abrigar-nos do frio, da chuva e das pesadas vibrações do mundo inferior, porque ali recebemos as mais elevadas energias que precisamos para a vida espiritual. Releve os desconfortos, especialmente se você não tem solução nem disposição para ajudar a resolver o problema. Você que nunca levou um quilo de alimento para os pobres, um pacote de copos descartáveis ou uma embalagem com papel higiênico, que você mesmo usa toda vez que vai ao Centro. O Espiritismo não precisa de críticos, censores ou palpiteiros, mas de auxiliares de boa vontade. Se você é um deles, apresente-se para o trabalho. Se ainda não é, comece a pensar em sê-lo. Ir ao centro indefinidamente para ouvir as lições e não mudar uma vírgula no roteiro da sua vida e do seu comportamento é perda de tempo. O espírita nessas condições não é diferente do praticante de outras doutrinas. Só que elas são fechadas e exigem longos cursos de teologia para ter funções nas suas igrejas; além dos dízimos e adjutórios. No Espiritismo não. Em vez de grande bagagem teológica, pede-se ao crente do Espiritismo apenas conhecimento pelo estudo, respeito, atenção e boa vontade. O resto, aprendemos no trabalho à medida que cumprimos nossos deveres como cristãos. Faça algo em seu benefício porque o tempo está acabando!

Grande abraço e boa sorte. Principalmente a você, a quem eu me dirigi mais diretamente!

Jornal O Clarim – Março de 2015

 

Comandantes y comandados

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Octávio Caumo Serrano | caumo@caumo.com

Entre un jefe y un líder hay una gran diferencia.

El jefe de un departamento de una empresa o de un centro espiritista, puede ser elegido o nombrado, pero eso no determina que él sea un líder ni que esté calificado para la función. Vemos eso a menudo en la política y en las compañias, especialmente estatales, donde los cargos son subastados entre los partidos, atendiendo a intereses pequeños, más de lo que la calidad de vida de la organización. Sin embargo, como no tenemos la intención de discutir política en esta publicación, sino Espiritismo, nos quedamos con las organizaciones de nuestra doctrina para algunos comentarios.

Es común que las personas anhelen ocupar cargos de dirección en el centro espiritista, ni que sea lo de jefe de pequeños departamentos. Imaginan que eso les da poder, algo que nunca tuvieron y siempre desearon, olvidándose que junto a la posición está la responsabilidad de la función para que haya éxito. Y no descartamos que muchos son envidiados por las posiciones que ocupan, sin que los demás sepan como es pesado el fardo que necesitan cargar.

El responsable de una casa espiritista tiene por deber celar por la doctrina dentro y fuera del centro. Responde por la administración, seguridad del patrimonio, por la parte jurídica, por las finanzas, es el representante junto al gobierno, convoca reuniones, cela por el mantenimiento, material de limpieza e higiene; y, más que eso, tiene el deber de formar, estimular y, muchas veces, hasta fiscalizar sus comandados para que hagan lo mejor a fin de no macular el buen nombre del Espiritismo. Deben organizar escalas de trabajo, plantear normas y ejecutarlas rigurosamente para forzar sus colaboradores a dar el máximo para la buena imagen de la organización, recordándolos, y eso es importante, que no trabajan para el centro, sino para sí mismos. El centro es el recurso ofrecido para que cada uno pueda sacar de la actividad lo mejor que consiga mediante su dedicación al prójimo. No se les pide excelsa cultura; solo respeto, asiduidad y buena voluntad. Todo eso los ayuda también en la vida personal.

Muchos no estan de acuerdo y argumentan que el trabajo del centro es voluntario y, por tanto, cada uno ofrece lo que le conviene y cree que puede dar. Al final, todos nosotros tenemos obligaciones personales ligadas a la supervivencia y a lo mantenimiento de la estructura doméstica. ¡Un gran engaño! Fuese así y los maestros serían prescindibles, dejando a cada uno el aprendizaje que quisiese, sin someterlos a pruebas de capacitación para verificar su conocimiento.

Cuando el dirigente espiritista plantea normas para la organización del centro, exigiendo que el trabajador estudie, impidiéndolo de trabajar si es un ausente habitual, aquél que falta por trivialidades, no está siendo riguroso, sino estimulando el colaborador con su incentivo indirecto para forzarlo a una mayor dedicación, en su propio interés. Si él no sabe cuidarse, el dirigente ayuda, aun cuando él se aburre y contesta. No se puede agradar siempre. Al final, para la gran mayoría, ¡el trabajo espiritual está lejos de ser una prioridad!

Cierta vez, conversábamos con un alumno que terminara la Escuela de Aprendices del Evangelio en el Grupo Socorrista Maria de Nazaré, en São Paulo, y él nos decía: “Ahora que terminé el curso, solo vendré al centro para los trabajos de pases de los lunes. ¡Puedo dar para la doctrina solamente un día por semana, porque tengo otros compromisos!”.

Con el cuidado de no ofenderlo y en la condición de expositor de clases de la casa, le dije: “Está equivocado; no damos nada a la doctrina; ella es que nos da de todo. Conocimiento y oportunidad de crecimiento por medio del trabajo en el campo del bien. Pudiera yo trabajar los siete días de la semana; sería mi mayor realización”.

Éste es el gran equívoco. Como se trata de trabajo “gratis” parece que el colaborador hace favor al Espiritismo y merece el galardón de benemérito. No se da cuenta que el primero a recibir lo que ofrece es él mismo. Como el médium que incorpora un sufridor y no percibe qué además de darle la oportunidad de ser adoctrinado, debe aprovechar el alerta ofrecido a aquel espíritu para no cometer engaños iguales. Use lo que sugiere el aclarador del espíritu, para adoctrinar a sí propio. ¡Aproveche el alerta para también no ser un desajustado mañana!

Los trabajadores de un centro espiritista, a ejemplo de los empleados de una empresa, tienen el deber de reducir las tareas de los que comandan, apocándoles la carga de trabajo y dejándolos libres para la solución de problemas exclusivos de las jefaturas. El trivial, como la disciplina, la asiduidad, la fraternidad entre todos, debe ser ejercido por la buena voluntad de cada uno; intentando vencer su propio orgullo, uno de los mayores actos de coraje del ser humano. Es fácil no gustar de alguien; lo difícil es respetar aunque sin gustar. Queremos vencer a los otros y no conseguimos vencer a nosotros mismos.

Debemos siempre ofrecernos para hacer algo más. Y quien no pueda disminuir la carga de responsabilidad de los que celan por la organización, también no debe gravarlos con tonterías, como discordias y chismes, porque irán a denigrar el nombre de la Doctrina. Ya comentamos en otro diario que una vez trabajadores espiritistas ya no más somos nosotros mismos; somos un emisario del Espiritismo propagándolo por donde esteamos: en el centro, en la calle, en la escuela, en el hogar, en el trabajo. Y también delante de nosotros mismos al vigilar nuestra conducta íntima, sentimientos y pensamientos.

Coraje a usted que dirige, porque se llegó al cargo es por designación de Dios. Cumpla bien su deber y no tenga miedo de cobrar de los colaboradores las responsabilidades que les son debidas. Más tarde ellos agradecerán, porque lo que se aprende en el centro se lleva para la calle, para la família y para toda la sociedad. ¡Es una dicha poder ser hombre de bien!

En el día 31 de marzo de 1869, Allan Kardec, el Codificador, se despidió de esta encarnación. Un hombre que fue jefe y líder. Cabe a nosotros todo empeño para continuar su trabajo sin invalidar lo que él nos dejó, con sacrificio, en un tiempo de comunicación bien más difícil que este nuestro y cuando ha enfrentado prejuicios hoy atenuados. ¡Qué Dios nos ayude para que tengamos éxito en esta tarea!

RIE – Revista Internacional de Espiritismo – Marzo 2015

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