Mensagem atual – Alfred Schutz

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“Filhos e Filhas deste Plano Físico, Este ano, sem dúvida, está chegando ao fim com bastante tensão em todas as áreas, houve muitas brigas e conflitos com poucas realizações! O Karma individual e coletivo tem se acelerado bastante, o que significa que vocês não fugirão nem adiarão mais a solução dos seus problemas! Tempos de crise exigem novas atitudes e maturidade, aonde não precisaremos mais de paliativos ou enganos. Cada ser humano encarnado,atualmente, está sendo provado, não há mais subterfúgios para que não possamos resolver as nossas dores existenciais tão negligenciadas por várias encarnações! Agora, todos sabem que Coordeno uma Equipe cuja a orientação é intervir na vida daqueles que decidiram cumprir seu Planejamento Reencarnatório. Digo a todos, sem medo de errar, que é muito mais fácil ser resgatado enquanto estais encarnados do que quando forem para o Plano Espiritual. Basicamente, a nossa Equipe visa reconstruir trajetórias e  ressignificar vidas para que haja êxito na Missão em que cada um veio cumprir! Muitos podem perguntar: Como saber se estou seguindo o meu Planejamento Reencarnatório? A resposta é simples, pois quem se sente em Paz pode ter uma certeza de que está no caminho certo ao contrário de quem se abate por longo tempo. Eu peço que, em primeiro lugar, recuperem a esperança e a alegria de viver para que seus mentores possam acompanhá-los mais de perto. O mundo passará por transformações trágicas, a Europa e os Estados Unidos entraram em colapso e a China mostrará suas garras como potência mundial. Ao Brasil, caberá a tarefa de receber refugiados e de administrar parte da África. A Sociedade pós moderna caminha para a insustentabilidade e, a verdadeira riqueza do mundo daqui a trinta anos será a água e, o Brasil possui dos imensos aquíferos, verdadeiros oceanos de água potável subterrâneos. A Religião Mulçumana exerce o papel fundamentalista, ou seja, agregará cada vez mais guerrilheiros e militantes! O Brasil está sob crise, contudo, não apostamos em rompimento com a democracia. As instituições estão funcionando apesar de tudo. Outra coisa, não percam a fé de jeito nenhum. Continuem frequentando as suas Igrejas, pois em todas elas, existem uma egrégora espiritual que as protegem. Em 2016, os Projetos bem intencionados fluirão com mais facilidade. Pedirei duas coisas para que vocês se consolidem na estrada que devem trilhar na atual reencarnação:
1-Tenham Esperança de que as coisas vão melhorar.
2-Emitam pensamentos positivos, sabendo que a Vida é uma dádiva e que cada minuto é precioso.
Tenham a Cultura de valorização da Vida Humana, pois os trevosos controlam os meios de comunicação e quem assiste as notícias macabras, tem a mente reprogramada pelos magos negros, especialistas em hipnose e processos obssessivos! Sabemos que o Bem trinfará, mas queremos salvar as Almas que apesar de errarem bastante, tem vontade de evoluir. Valorizem a si mesmos de forma natural, pois ninguém é miserável ou perdido, cada pessoa é abençoada e foco de muito Amor da espiritualidade! O médium, aos poucos, desperta pra magnitude dessa Missão, por isso, aos poucos e progressivamente, vou lhe dando novas responsabilidades. Estamos envoltos por um conflito de amplas proporções no Plano Espiritual e isso explica o cansaço e os nervos a flor da pele das pessoas! Fiquem conscientes que o momento exige decisão de se voltar para a Luz. Recebam o meu abraço mais fraterno e um carinho infinito deste Sociólogo no Plano Espiritual, Alfred Schutz”

Mensagem psicografada no dia 01/11/2015 no Centro Espírita Eurípedes Barsanulfo – Uberaba-MG

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A família

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Walkiria Lúcia de Araújo Cavalcante – walkiria.wlac@yahoo.com.br

“697. Está na lei da Natureza, ou somente na lei humana, a indissolubilidade absoluta do casamento? “É uma lei humana muito contrária à da Natureza. Mas os homens podem modificar suas leis; só as da Natureza são imutáveis.” (Livro dos Espíritos)

A Lei da Natureza nos concita a Lei de Amor. No princípio as famílias tinham caráter patriarcal. Eram organizadas em derredor de um homem que trazia para si a responsabilidade de conduzir aquela tribo. Caminhando-se mais, começou-se a estabelecer as famílias com base na consanguinidade. Surgiram as uniões religiosas, após e concomitantemente, a união civil.

Saímos de uma sociedade altamente patriarcal, na qual o homem dita as regras e é obedecido (ou temido), passando pela revolução feminina, que teve seu ápice na década de 60, fazendo um retorno aos padrões familiares na década de 80 para novamente cair em desdita tendo como grande propulsor o avanço tecnológico. Não que a tecnologia seja ruim, mas facilita-nos sobremaneira as relações extraconjugais. Outro condimento que podemos acrescentar são as relações profissionais. Em virtude da convivência excessiva e identidade de gostos e vinculação nos trabalhos executados somando-se há isso o pouco convívio familiar, permitimo-nos seduzir pelo colega. Sendo que só nos mostramos, tal qual somos, quando estamos no recesso do nosso lar.

Emmanuel, através da psicografia de Chico Xavier, no livro: Momentos de Ouro, no capítulo Lesões Afetivas, nos traz: “O amor, sem dúvida, é lei da vida, mas não será lícito esquecer os suicídios e homicídios, os abortos e crimes na sombra, as retaliações e as injúrias que dilapidam ou arrasam a existência das vítimas, espoliados do afeto que lhes nutria as forças, cujas lágrimas e aflições clamam, perante A divina Justiça, porque ninguém no mundo pode medir a resistência de um coração quando abandonado por outro e nem sabe a qualidade das reações que virão daqueles que enlouquecem, na dor da afeição incompreendida, quando isso acontece por nossa causa.”

Primeiro existe atração física; depois a paixão; caminhamos para o amor terra a terra, no qual nasce a camaradagem entre os cônjuges; para chegarmos ao amor renúncia, no qual as criaturas renunciam-se a si mesmo em detrimento do outro. São aquelas almas abnegadas que, por exemplo, diante de um cônjuge doente, dedicam a sua encarnação a cuidar dele, sem reclamar, em profundo regime de celibato. Mas infelizmente algumas criaturas desejam somente vivenciar o momento da paixão. O ápice dos hormônios em ebulição. Tais criaturas são as que trocam constantemente de parceiros e estão em busca de resolver os seus próprios problemas através do outro. Trazemos para a vida adulta o modelo de família que vivenciamos no lar. Todos, sem exceção, possuímos lacunas emocionais. Lacunas reais (mãe ou pai ausente ou excessivamente opressor) ou imaginárias (acreditar-se em abandono quando realmente não estamos).

“Quando Deus junta dois seres, isso ocorre em razão da Lei de Causa e Efeito, que já ensejou conhecimento das criaturas em existências passadas, nas quais surgiram às manifestações iniciais da afetividade, ou foram realizadas tentativas de união, que ora se apresenta mais forte e compensadora do que naquele ensejo.” (Livro: Jesus e o Evangelho a Luz da Psicologia Profunda, Joanna de Ângelis/Divaldo Franco, cap. 29 – Matrimônio e Amor). A questão 258 e seguintes de O Livro dos Espíritos nos explicam que reencarnamos com o gênero de provas pré-estabelecidos, mas que em virtude de determinados vínculos emocionais criados em outras encarnações, como bem explicou Joanna de Ângelis, há a necessidade de reencarnarmos junto a determinadas pessoas. Temos a dificuldade em honrar o compromisso por causa do orgulho, pois quando reencarnarmos temos disposições morais diferentes das que possuímos antes de reencarnar. O universo do desejo e do prazer rápido e fácil nos convida a outros entendimentos da vida e do nosso entendimento moral irá depender a nossa conduta durante a encarnação.

Como o divórcio é uma lei humana que tem por objetivo legalizar o que de fato já estava separado, precisamos fazer a diferenciação entre divórcio e separação familiar. A separação familiar ocorre quando as criaturas, mesmo ainda vivendo sob o mesmo teto, se desagregam emocionalmente. São estranhos que estão vivendo, mas não convivendo. Há uma ruptura, fazendo com que sejam estranhos que se encontram casualmente. Percebemos que esta separação familiar ocorreu quando verificamos que não há mais o respeito. As discursões passam do terreno da teimosia para as ofensas pessoais. Há a humilhação. Somando-se ao desrespeito temos a desvalorização e a desconsideração do outro.

Alguns afirmam que permanecem unidos em virtude dos filhos. É um sacrifício respeitável, mas que deve ocorrer por um curto espaço de tempo, até que os pequenos possam compreender a situação e verificarem que a separação do casal não significa uma separação familiar. Pois se perdurar por muito tempo, teremos dois solitários que estarão juntos, mas infelizes. Isto propicia as relações extraconjugais, se a criatura não possui uma base religiosa fundamentada na compreensão das verdades espirituais. Temos a liberdade de consciência, de palavra, de ação e a afetiva. Mas para isso precisamos oficializar a nossa situação.

Outros alegam que não oficializam a situação em virtude do patrimônio. Ou porque possuem pouco para dividir, gerando quase uma situação de miséria para ambos. Ou porque possuem muito e não querem perder o padrão social. E neste momento sim, de comum acordo, buscam outros parceiros para extravasarem as emoções reprimidas. Puro jogo de interesses. Uma volta aos antigos casamentos políticos.

“Todos nós, os espíritos vinculados à evolução da Terra, estamos altamente compromissados em matéria de amor e sexo, e, em matéria de amor e sexo irresponsáveis, não podemos estranhar os estudos respeitáveis nesse sentido, porque, um dia, todos seremos chamados a examinar semelhantes realidades, especialmente as que se relacionem conosco, que podem efetivamente ser muito amargas, mas que devem ser ditas.” (Emmanuel/Chico Xavier, livro: Momentos de Ouro, capítulo Lesões Afetivas).

Se estamos na condição do cônjuge traído, não aceitemos tal condição com a desculpa que o outro irá mudar. Não aceitemos migalhas do outro. Se estamos na condição do traidor, lembremos que somos credores do amor do outro como ele é do nosso e não podemos conspurcar uma instituição tão bela que é a família. Se estamos na condição do terceiro vértice da pirâmide, tenhamos em mente que mesmo que o casal esteja se dissociando não temos o direito de colocar mais uma pedra na construção desta separação, para que mais tarde não façamos consciência de culpa por ter contribuído para a desdita de outrem.

Tribuna Espírita – setembro/outubro 2015

A verdadeira desgraça

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Essenios_Fachada_2015_01Octávio Caúmo Serrano

Quando lemos em O Evangelho Segundo o Espiritismo, capítulo V, Bem Aventurados os Aflitos, item 24, a mensagem ditada em Paris, 1861, pelo Espírito Delphine de Girardin, não podemos deixar de lembrar o que ocorreu na nossa chegada a João Pessoa, onde desembarcamos  na noite de 21 de janeiro de 1997.

Hospedamo-nos num hotel na praia de Manaíra, próximo ao apartamento que havíamos comprado numa visita que fizemos à cidade em outubro de 1996, na Av. Geraldo Costa esquina com Av. Edson Ramalho. Ali ficamos uma semana aguardando a mudança e os carros que viriam por transportadora.

No dia 1 de fevereiro mudamos definitivamente para o apartamento onde ficamos somente quatro meses e depois o vendemos; por desconhecimento, compramos um imóvel voltado para o poente, onde o calor era insuportável. Não somos adeptos de ar condicionado ou ventilador, o que se tornava mais agravante.

Minha mulher, acostumada a servir, fornecer enxovais para gestantes pobres, roupas para orfanatos, que ela mesma costurava e pintava, além dos trabalhos espíritas que fazia no nosso centro em São Paulo, atendimento fraterno, exposição do Evangelho e direção dos trabalhos mediúnicos, além de ajudar outros centros, inclusive financeiramente, sentia-se como inútil desocupada aqui em João Pessoa.

Conversamos com um amigo que havia nos recebido em viagem anterior, quando nos levou para palestras em vários centros, inclusive na Federação Espírita Paraibana, e ele recomendou que minha esposa procurasse a presidente de um Centro da Grande João Pessoa, que ela, sem dúvida, gostaria de oferecer-lhe trabalho. Feito isso, marcaram para o dia seguinte, quando a “confreira” passaria no nosso apartamento e a levaria junto, porque era longe e ela não acertaria ir só. Às oito da manhã, a benemérita viria pra levá-la ao trabalho.

Como até o meio-dia não aparecesse e nem atendesse ao telefone, minha mulher ficou impaciente. Finalmente, às seis da tarde conseguiu ser atendida e a senhora presidente desculpou-se que havia tido problemas com o carro; fora à oficina e não tivera tempo de informar, mas que no dia seguinte, às oito, pontualmente, ela passaria sem falta.

Repetiu-se a leviandade da véspera e ela não só não passou como nunca mais deu qualquer satisfação, mesmo depois quando nas esquinas do movimento espírita acabamos nos encontrando.

Naquele dia, minha mulher me intimou a que tivéssemos a nossa própria instituição e então saímos a procura de local. No dia 1 de abril de 1997, sessenta dias depois que fomos para o nosso apartamento, já havíamos comprado a casa da Av. Esperança, 1213, Manaíra, registrado os estatutos, obtido o CNPJ, que ainda era CGC, autorização da Prefeitura e alvará do Corpo de Bombeiros e inaugurávamos a nossa casa: O Centro Kardecista “Os Essênios”. Pouca gente foi à inauguração (sete pessoas), porque ao escolher o dia da mentira, acreditamos que imaginaram tratar-se de alguma pegadinha espiritual. Na verdade, o dia foi escolhido para homenagear a fundação da Sociedade Parisiense de Estudos Espíritas, criada por Allan Kardec em 1 de abril de 1858, em Paris. Como defendemos que Espiritismo sem estudo não é Espiritismo, a data vinha a calhar.

O que sobrou de tudo isso, dezoito anos depois, é que aquele acontecimento desagradável e leviano protagonizado por uma presidente de um centro espírita e, portanto, seguidora de Kardec, possibilitou a fundação de mais uma instituição em João Pessoa, o que de início não era nossa prioridade,  que hoje é uma casa acreditada, razoavelmente frequentada por pessoas que já estão conosco há muito tempo, algumas desde o primeiro ano, casa essa que talvez não existisse se a presidente da outra casa não tivesse agido como agiu.

Na lição do Evangelho aprendemos exatamente isso. Qual é a verdadeira desgraça? Aquela que nasce de um procedimento correto e mais tarde traz consequência desagradáveis, ou acontecimentos aparentemente funestos que ao final redundam em benefícios de diferentes formas. Houvera aquela senhora agido corretamente e talvez tivéssemos nos engajado nas suas atividades e hoje o Centro Kardecista Os Essênios não existiria na Paraíba.

Isso ocorre amiúde na nossa vida. Se soubermos manter o equilíbrio e esperar os resultados mais adiante, muitas coisas que parecem boas serão más e outros que se prenunciam desagradáveis no final causam-nos muita alegria. Se tivermos Deus ao nosso lado e formos merecedores de proteção e ajuda, vivenciemos esta fé e aguardemos com paciência, certos de que nos acontecerá sempre o melhor.

Aquela presidente descompromissada com a solidariedade, respeito e atenção com o próximo, acabou se tornando nossa benfeitora. “Há males que vêm para o bem.” O adágio popular mais uma vez teve razão. Ela foi instrumento de Deus para nos ajudar a fazer o melhor!

Tribuna Espírita – Setembro/Outubro de 2015

Reconhecimento de si

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walkiria.wlac@yahoo.com.br

“Reconhecerá a necessidade de ser pessoa e não máquina, evitando o repetir-se monotonamente, sem direcionamento para frente nem para o melhor. Aplicará cada pensamento mais poderoso, de sentido profundo, de valor utilizável na construção do seu mais adequado comportamento para a paz. Eliminará aqueles que são perturbadores e podem ser substituídos amiúde, fomentando um clima psíquico de saúde com respostas orgânicas de bem-estar.” (Livro Vida: Desafios e Soluções, cap. 5 – Significado do Ser Integral, Bases para a Autorrealização)

Muitas criaturas afirmam que gostariam de ter fé, mas que não conseguem pois ainda ninguém conseguiu provar o que de útil e efetivo pode se produzir na vida da criatura em virtude dela. Entendem que a fé serve como objeto religioso de condução de massas, mas que efetivamente não possuem utilidade em situações práticas da vida. Então, em virtude disso, não se esforçam por possuí-la, já que, segundo eles, não trará benefícios imediatos.

A fé não é um artigo religioso de prostração perante a Divindade e aceitação sem questionamento dos fatos ocorridos ou dos que venham a ocorrer. A fé surge do desdobramento da razão. Pois, vincula-se a esta fazendo com que a criatura avalie as situações sobre o prisma da lógica e pondere entre o desejar e o possível de realizar. Separando o que é pura ambição do que é permitido fazer neste momento. Todos sem exceção estamos mergulhados nas Leis Divinas e em virtude disso, estamos também nesta migração de um passado que se intercomunica com um presente e provoca ressonâncias, algumas destas dolorosas, mas passíveis de solução.

O conhecimento espírita nos faz avaliar estas situações sobre um ponto de vista diferente dos que não a possuem. Afasta a figura do “coitadinho” e apresenta a figura da criatura responsável pelos seus atos. Fazendo com que tenhamos a certeza de que a imputação da desdita ou vitória fica a nosso encargo. Isto faculta a “paciência que sabe esperar, pois tem seu ponto de apoio na razão” e não se permite abater pelos vendavais das intempéries da vida. Mesmo vivendo dores lancinantes, acredita que amanhã será melhor. Que se hoje sofremos injustiças, não é porque somos inocentes, pois que também conspurcamos as Leis Divinas e este é o momento do devido reajuste.

Não estamos falando de uma aceitação inoperante. A fé tem como filhas diletas a caridade e a esperança. Ao falarmos da CARIDADE verificamos que existem circunstâncias nas quais somos tolhidos em nossos desejos, vemo-nos obrigados a permanecer em determinadas conjunturas que teríamos a licitude social de nos furtarmos e mesmo assim não o fazemos vislumbrando um bem maior, ou simplesmente quando saímos de nós mesmos e nos ladeamos a quem marcha ao nosso lado, procurando transformar esta fé viva: a ESPERANÇA, em atitudes, através da CARIDADE.

Possuímos demandas internas e externas a serem supridas. O ser psicológico e o ser fisiológico. A fé divina faz com que entremos em contato com a Divindade. Dá-nos uma plenificação de entendimento fazendo com que não sejamos uma máquina. Acreditamos porque nos foi explicado o significado das palavras e porque esta explicação fez sentido para nós, não porque nos foi imposto. Começamos, assim, a suprir as demandas internas.

Aprofundando mais na questão da fé humana, vinculada à polaridade fisiológica, vemos a fé nos fazer compreender melhor a necessidade do pensar bem e direcionar o pensamento para algo produtivo. Levando-nos a racionalizar os processos de “doença – estado transitório, envelhecimento – como processo natural da criatura, da pobreza – destacando que a verdadeira pobreza quando se perdem as aspirações de crescimento e realização íntima. A financeira é sempre contornável, desde que o indivíduo se empenhe por superá-la, e o trabalho é assim fonte geradora de recursos externos, enquanto internamente aprimora o sentido de vida.” e a própria morte – ela faz parte do processo existencial, como forma de desenvolvimento do ser profundo, que experimenta, etapa a etapa, novos mecanismos de elevação.” (Livro Vida: Desafios e Soluções, cap. 5 – Significado do Ser Integral, Bases para a Autorealização)

Quando não compreendemos estes processos como naturais debatemo-nos através das dores, das preocupações profundas e amargas decepções. Desejamos que o mal cesse sem termos aprendido a lição. Não queremos nos confrontar com algo que nós mesmo criamos ou que é fruto das experiências naturais vividas por toda criatura humana. O conhecimento espírita nos faculta a esperança, porque nos dá a base do entendimento e um caminho a seguir. Os males que nos acorrem decorrem das situações que podemos evitar e das que não podemos evitar. Nesta última incluímos os flagelos naturais. Mas os que mais nos dominam a caminhada são os primeiros que são fruto do egoísmo e do orgulho.

A criatura humana nos debatemos pelas mais variadas razões em virtude das situações atuais. A doutrina espírita nos fala de fé de uma forma lúcida e racional, nos convidando a ter esperança e para que esta esperança cresça e frutifique nos convida a fazer a caridade. Mostra-nos o contato com a Divindade e também que ela tem objetivos materiais imediatos. Para vivenciarmos qualquer coisa de forma integral em nossas vidas precisamos compreender o significado deste algo está acontecendo.

Às vezes não conseguimos abarcar os detalhes, mas sabemos que não somos órfãos da Divindade e por isso, jamais estamos desamparados. Por mais rude que nos pareça a jornada, por mais intempéries que o mar da vida nos ofereça, tenhamos a certeza que Jesus está no leme e nos conduz a águas tranquilas logo mais. Tenhamos fé, tenhamos esperança e a certeza que não estamos sozinhos nunca.

Jornal O Clarim – novembro de 2015

 

 

Trabalhadores da Vinha do Senhor

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A Vinha do Senhor, para nós que seguimos as lições deixadas por Allan Kardec, pode ser entendida como o Centro Espírita. É ali onde as pessoas se reúnem para fazer o bem, nas suas múltiplas modalidades, de acordo com as condições de cada instituição, local onde atua, público que atende e possibilidade que tem para realizar os diferentes trabalhos necessários à comunidade que assiste.

No Centro Espírita encontramos os trabalhadores da primeira, da quinta, da undécima e de todas as demais horas. Há jovens, outros mais maduros e pessoas já no quarto final de sua existência. Uns que chegaram há tempo, outros recém-desembarcados no porto do amor e da caridade, dispostos a fazer o que sabem e o que podem.

Ali encontraremos o presidente, que empresta seu nome como pessoa física responsável pela entidade, quem ajude na faxina, quem receba os espíritos, os palestrantes e professores, recepcionistas, os atendentes e encaminhadores para tratamento, passistas, preparadores da sopa, encarregados do bazar, dos enxovais, do aprimoramento espiritual para os que já sentem o afloramento mediúnico que precisa ser disciplinado, o encarregado da livraria, da biblioteca, e tantos outros colaboradores para as múltiplas atividades que podem ser encontradas nesses abençoados locais. Todos voluntários e sem salário amoedado.

– Qual desses serviços é o mais importante? – Palestrante, médium, atendente fraterno, Presidente, faxineiro? – Qual? Respondemos que nenhum trabalho é mais importante do que o outro. O conjunto é como a engrenagem de uma aeronave, onde cada pequeno parafuso é importante para que ela não despenque e se mantenha em equilíbrio. Sem um local higienizado, não há condições para se fazer o trabalho naturalmente. Dito isto, todos recebem o mesmo salário espiritual, imaginamos.

Não. Nem todos recebem igualmente. Uns recebem mais do que outros. Os que recebem mais são os que fazem seu trabalho com alegria, gratidão, felizes por servir e contentes por ter despertado, o que ainda não aconteceu com a maioria. A porta estreita da entrada do bem está cada dia menor e os que conseguem passar por ela devem agradecer aos Céus. São privilegiados!

Recebe um salário espiritual maior o que é humilde, faz do seu compromisso uma prioridade de vida; sempre está pronto para servir, substituir um confrade em impedimento; apresenta-se espontaneamente quando percebe que há trabalho sem trabalhador. É fiel na vigilância do que já sabe e vive no dia a dia, consciente que o trabalhador deve testemunhar nas vinte e quatro horas. Mais do que o próprio trabalho que faz, ele dá testemunho com seu procedimento em qualquer lugar onde esteja. Na rua, no trabalho, na escola, no templo. Ele é sempre igual e é gentil sem afetação e sereno com naturalidade. Esse é o que recebe o salário mais alto, tenha chegado à primeira ou à última hora. Além de divulgar, ele próprio, pela conduta, é a mensagem viva.

Honremos a Vinha do Senhor dos Espíritas, o nosso Centro, onde semeamos o colhemos permanentemente. Saibamos reconhecer a importância da nossa colaboração e aprendamos a constatar como somos protegidos e blindados contra o atual estado apocalíptico em que vive o mundo. O caos grassando à nossa volta e nós mantidos em calma. É a fé demonstrada em todos os momentos da existência.

Verifique como é a sua atuação no Espiritismo e confirme se não deseja receber um salário espiritual maior; os bônus-hora mencionados por André Luiz, cuja consulta no livro próprio, Nosso Lar, seria muito esclarecedora para o leitor. Para ganhar mais é preciso trabalhar mais. Seja na Terra, seja no Céu! Há séculos que nos aconselham a aproveitar a vida porque ela é uma só. É verdade! E é eterna! Pois então aproveitemos. Só que, diferente do que eles nos recomendam, juntemos o mais que pudermos tesouros no Céu. Os da Terra, o ladrão rouba, a ferrugem corrói e a traça consome. São efêmeros e simples ouropéis. Morrem por si próprios; só os valores da alma é que são eternos.

Jornal O Clarim – novembro de 2015

Jesucristo, el médium de Dios

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Mediumnidad no es privilegio de encarnado. Somos todos médiums y lo seremos por toda la eternidad.

Octávio Caúmo Serrano | caumo@caumo.com

La mayor prueba de que todos los espíritus son médiums es la posibilidad de la interferencia de otros en su pensamiento, sugiriéndoles actitudes buenas o malas, según la afinidad entre su calidad moral y la del otro. Y eso se da independiente de estar o no encarnado.

Para nosotros la humanidad vive en dos planos sencillos: el de los encarnados y el de los desencarnados. Y los muertos de hoy serán los vivos nuevamente. Es el pensamiento común, aunque alguien ya filosofase si no serían los vivos los muertos y los que están muertos no serían de verdad los vivos.

Hay Espíritus que argumentan que nosotros vivimos en el interior del planeta. Y cuando decimos que estamos sobre el suelo, presos por la ley de la gravedad, dicen que la Tierra que vemos es pequeña parte de la Tierra. Con los ojos físicos, vemos su cuerpo, pero no vemos a su espíritu. Explicando mejor, no vemos las varias capas espirituales que la componen, de las más groseras a las más sutiles, donde viven espíritus de variadas jerarquías, por las diferentes evoluciones.

Decir que conocemos la Tierra es como alguien mirar a nosotros pensando que por ver nuestro rostro en un retrato, nos conoce. Sin embargo no nos conoce realmente porque no ve nuestra alma ni puede leer nuestros pensamientos o saber de nuestros sentimientos. Nada conoce de nuestro pasado espiritual. Qué se ve con el ojo carnal es el embalaje, no lo que somos. Lo que vemos de la Tierra es su parte “encarnada”.

En las capas más próximas de la costra viven espíritus tan materializados que se sienten humanos como los que están en la carne. Necesitan alimentarse, divertirse, hacer el mal y casi siempre son manejados por el plan de las tinieblas para desestabilizar las almas bien intencionadas que anhelan mejorar. ¡Tales fuerzas combaten el Cristo cómo su peor enemigo!

Los que están en esa banda, pero ya con relativa espiritualización, servirán de médiums para recibir instrucciones de los que están en condición inmediatamente superior. Como los médiums encarnados que traen noticias de los bienhechores para auxiliar en el progreso de la humanidad. Lo que está en el primer Cielo recibe orientaciones de los bienhechores del segundo Cielo y así sucesivamente. Por eso dijimos que Jesucristo que está en el plan divino, habitado por los Espíritus puros, más cercanos de Dios, es uno de los médiums gobernadores de mundos que reciben instrucciones derechamente del Creador.

Independiente del progreso natural, sabemos que hay Espíritus que vienen al planeta en misiones, como hizo Jesucristo por diferentes oportunidades. Emmanuel ya estaría reencarnado en São Paulo desde el año 2000. El maestro Denizard ya era un espíritu de gran conocimiento y sabiduría, pues antes de la venida del Cristo al mundo físico él ya era Allan Kardec, sacerdote entre los druidas, en Galia, pueblo bastante evolucionado. Otros espíritus, como Sócrates, Luther King y Bezerra de Menezes ya serían espíritus de mundos avanzados que reencarnaron en el planeta con la misión de ayudar a la humanidad aún muy retrasada. La doctrina de Sócrates, para dar un ejemplo, es una pequeña muestra del Espiritismo que nos llegaría por el Codificador.

Chico Xavier dijo cierta vez que en la espiritualidad, después de su desencarne, le gustaría actuar nuevamente como médium. Esa práctica, además de traer informaciones importantes para los que lo rodean, beneficia el propio médium con el conocimiento de esas revelaciones. Gran parte de la sabiduría de Chico se debió a los contactos espirituales con sus orientadores.

Como consecuencia de ese conocimiento que la espiritualidad nos trae, se pone claro que al salir del plano físico no vamos inmediatamente para capas muy superiores al umbral de la Tierra, ya que hasta la soñada ciudad de Nuestro Hogar está localizada en zonas inferiores del planeta.

Si Chico Xavier, Teresa de Calcuta, Dulce de Bahía, Mohandas Gandhi y otros bienhechores que se olvidaran a sí propios para amar el prójimo están aún en sitios cercanos a la Tierra, donde trabajan más de lo que lo hacían aquí, porque ya conocen la alegría de servir, imaginemos cuanto esfuerzo necesitamos hacer nosotros los egoístas y orgullosos, para ascender algún escalón o por lo menos percibir qué desencarnamos, sin quedarnos vagando en medio a las tinieblas. Si Jesucristo dijo que todo qué Él hacia nosotros podíamos hacerlo, y hasta más, es porque incluso Él está en evolución. Y recordemos que cuando la Tierra fue formada, hace miles de millones de años, Jesucristo ya era un Espíritu tan adelantado que pasó a ser el Gobernador de nuestro mundo.

Cierta vez preguntaron a José Raúl Teixeira, nuestro lúcido cofrade fluminense, ¿para dónde vamos cuándo morimos? Él contestó: – Para lugar ninguno. ¿Por qué tenemos de ser llevados para algún lugar y después ser traídos de vuelta? Abandonamos el cuerpo que será sepultado o cremado y permanecemos en el planeta, en el estado vibratorio que aún nos encontramos. En la mayoría de las veces, materializados como los encarnados.

Se pone claro, por tanto, que la evolución no cesa a lo largo de la eternidad y que la muerte no liberta a nadie  si nosotros no nos libramos por transformaciones que definan exactamente aquello que nos conviene, con el desapego a los bártulos de la Tierra mientras estamos presos a ellos. “Donde pongas a tu tesoro, allí estará tu corazón”, nos enseña el Evangelio de Jesucristo.

Se habla mucho en la transición planetaria, pero no percibimos qué cabe a cada uno salir del mundo de pruebas y expiaciones y entrar en el mundo de regeneración, por sus propios méritos. La promoción no vendrá como regalo, sino por conquista. Es cuestión de afinidad.

Finados. Tiempo de visitar a los parientes, que no viven en los camposantos, aunque sea allí que les rendimos homenaje. Muchos de ellos siguen viviendo en nuestra casa y en nuestra compañía. Felices los que ya consiguieron libertarse para alzar nuevos vuelos. Por tanto, que nuestra añoranza sea un recuerdo feliz, sin dolor, sin rebelión, sin tristeza, porque ellos están vivos y jamás conseguirán morir. ¡Cómo todos nosotros, ellos también son inmortales y están evolucionando!

En este mes en el que son más recordados, enviemos a los muertos nuestras bendiciones de amor para que se descubran y puedan proseguir en su caminar, libres de los vicios del mundo.

RIE – Revista Internacional de Espiritismo – noviembre 2015

Jesus, o médium de Deus

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RIE_Novembro

Mediunidade não é privilégio de encarnado. Somos todos médiuns e o seremos por toda a eternidade.

A maior prova de que todos os espíritos são médiuns é a possibilidade da interferência de outros em seu pensamento, sugerindo-lhes atitudes boas ou más, conforme a afinidade entre o seu padrão moral e o do outro. E isso se dá independentemente de estar ou não encarnado.

Para nós a humanidade vive em dois planos simples: o dos encarnados e o dos desencarnados. E os mortos de hoje serão os vivos novamente. É o pensamento comum, embora alguém já filosofasse se não seriam os vivos os mortos e os que estão mortos aqueles de verdade vivos.

Há Espíritos que argumentam que nós vivemos no interior do planeta. E quando discordamos, que estamos sobre o solo, presos pela lei da gravidade, eles dizem que a Terra que vemos é pequena parte da Terra. Com os olhos físicos, vemos seu corpo, mas não vemos o seu espírito. Explicando melhor, não vemos as várias camadas espirituais que a compõem, das mais grosseiras às mais sutis, onde vivem espíritos de múltiplas hierarquias, pelas diferentes evoluções.

Dizer que conhecemos a Terra é como alguém olhar para nós pensando que por ver a nossa fisionomia num retrato, nos conhece. Mas não nos conhece realmente porque não vê nossa alma nem pode ler nossos pensamentos ou aferir nossos sentimentos. Nada sabe do nosso passado espiritual. O que se vê com o olho carnal é a embalagem, não o que somos. O que vemos da Terra é a sua parte “encarnada”.

Nas camadas mais próximas da crosta vivem espíritos tão materializados que se sentem humanos como os que estão na carne. Precisam alimentar-se, divertir-se, fazer o mal e quase sempre são manipulados pelo plano das trevas para desestabilizar as almas bem intencionadas que desejam melhorar. Tais forças combatem o Cristo como seu pior inimigo!

Os que estão nessa faixa, mas já com relativa espiritualização, servirão de médiuns para receber instruções dos que estão em condição imediatamente superior. Como os médiuns encarnados que trazem notícias dos benfeitores para auxiliar no progresso da humanidade. O que está no primeiro Céu recebe orientações dos benfeitores do segundo Céu e assim sucessivamente. Por isso dissemos que Jesus que está no plano divino, habitado pelos Espíritos puros, mais próximos de Deus, é um dos médiuns governadores de mundos que recebem instruções diretamente do Criador.

Independentemente do progresso natural, sabemos que há Espíritos que vêm ao planeta em missões, como fez Jesus por diferentes oportunidades. Emmanuel já estaria reencarnado em São Paulo desde o ano 2000. O professor Denizard já era um espírito de grande conhecimento e sabedoria, pois antes da vinda do Cristo ao plano físico ele já era Allan Kardec, sacerdote entre os druidas, nas Gálias, povo bastante evoluído. Outros espíritos, como Sócrates, Luther King e Bezerra de Menezes já seriam espíritos de mundos adiantados que reencarnaram no planeta com a missão de ajudar a humanidade ainda muito atrasada. A doutrina de Sócrates, para dar um exemplo, é esboço do Espiritismo que nos chegaria pelo Codificador.

Chico Xavier disse certa vez que na espiritualidade, após seu desencarne, gostaria de atuar novamente como médium. Essa prática, além de trazer informações importantes para os que o rodeiam, beneficia o próprio médium com o conhecimento dessas revelações. Grande parte da sabedoria do Chico deveu-se aos contatos mediúnicos com os seus orientadores.

Como consequência desse conhecimento que a espiritualidade nos traz, fica claro que ao sair do plano físico não vamos imediatamente para camadas muito superiores ao umbral da Terra, já que até a sonhada cidade do Nosso Lar se localiza ainda em camadas inferiores do planeta.

Se Chico Xavier, Teresa de Calcutá, Dulce da Bahia, Mohandas Gandhi e outros benfeitores que renunciaram a si próprios para amar o semelhante estão ainda em planos próximos da Terra, onde trabalham mais do que o faziam aqui, porque já conhecem a alegria de servir, imaginemos quanto esforço precisamos fazer nós os egoístas e orgulhosos, para subir algum degrau e pelo menos perceber que desencarnamos, sem ficar vagando pelas sombras. Se Jesus afirmou que tudo o que Ele faz nós um dia faríamos, e até mais, é porque até Ele está em evolução. E lembremos que quando a Terra foi formada, há bilhões de anos, Jesus já era um Espírito tão adiantado que passou a ser o Governador do novo mundo.

Certa vez perguntaram a José Raul Teixeira, o nosso lúcido confrade fluminense, para onde vamos quando morremos? Ele respondeu: – Para lugar nenhum. Por que temos de ser levados para algum lugar e depois ser trazidos de volta? Abandonamos o corpo que será sepultado ou cremado e permanecemos no planeta, dentro do estado vibratório que ainda nos encontramos. Na maioria das vezes, materializados como os encarnados.

Fica claro, portanto, que a evolução não cessa ao longo da eternidade e que a morte não liberta ninguém, se nós não nos livrarmos por transformações que definam exatamente aquilo que nos convém, com o desapego aos bens da Terra enquanto estamos presos a eles. “Onde puseres o teu tesouro, ali estará o teu coração”, nos ensina o Evangelho de Jesus.

Fala-se muito na transição planetária, mas não percebemos que cabe a cada um sair do mundo de provas e expiações e entrar no mundo de regeneração, por seus próprios méritos. A promoção não virá como brinde, mas por conquista. É questão de afinidade.

Finados. Tempo de visitar os parentes, que não moram nos cemitérios, embora seja ali que os homenageamos. Muitos deles continuam vivendo na nossa casa e em nossa companhia. Felizes os que já conseguiram libertar-se para alçar novos voos. Portanto, que a nossa saudade seja uma lembrança feliz, sem mágoa, sem revolta, sem tristeza, porque eles estão vivos e jamais conseguirão morrer. Como todos nós, eles também são imortais e estão evoluindo!

Neste mês em que são mais lembrados, enviemos aos mortos nossas bênçãos de amor para que se descubram e possam prosseguir na sua caminhada, livres dos vícios do mundo.

RIE – Revista Internacional de Espiritismo – Novembro de 2015