Espiritismo e Disciplina-Bezerra de Menezes

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Bezerra fala sobre o Ambiente do Centro Espírita

Um Centro Espírita onde as vibrações dos seus frequentadores, encarnados ou desencarnados, irradiem de mentes respeitosas, de corações fervorosos, de aspirações elevadas; onde a palavra emitida jamais se desloque para futilidades e depreciações; onde, em vez do gargalhar divertido, se pratique a prece; em vez do estrépito de aclamações e louvores indébitos se emitam forças telepáticas à procura de inspirações felizes; e ainda onde, em vez de cerimônias ou passatempos mundanos, cogite o adepto da comunhão mental com os seus mortos amados ou os seus guias espirituais, um Centro assim, fiel observador dos dispositivos recomendados de início pelos organizadores da filosofia espírita, será detentor da confiança da Espiritualidade esclarecida, a qual o levará à dependência de organizações modelares do Espaço, realizando-se então, em seus recintos, sublimes empreendimentos, que honrarão os seus dirigentes dos dois planos da Vida.

Somente esses, portanto, serão registrados no Além Túmulo como casas beneficentes, ou templos do Amor e da Fraternidade, abalizados para as melindrosas experiências espíritas, porque os demais, ou seja aqueles que se desviam para normas ou práticas extravagantes ou inapropriadas, serão, no Espaço, considerados meros clubes onde se aglomeram aprendizes do Espiritismo em horas de lazer.
Assim sendo, precisamos ter os devidos cuidados com as vibrações que disseminamos pelos diversos ambientes da nossa Casa Espírita, procurando participar com alegria e dignidade dos trabalhos realizados sob a inspiração e comando dos Amigos do invisível, mantendo o desejado equilíbrio emocional, cedendo nossos melhores fluidos, tornando-nos instrumentos úteis aos variados e delicados trabalhos que ali se processam.
Seja na tarefa da mediunidade de cura dos enfermos que buscam o auxílio espiritual das casas espíritas para suas enfermidades, seja na tarefa de conversar com as entidades desencarnadas sofredoras, ou ainda na sublime oportunidade de falar da consoladora mensagem espírita através da oratória, precisamos demonstrar principalmente preparo e fé para estarmos aptos a captar e transmitir pela inspiração que nos serão dadas pelos instrutores espirituais, os melhores recursos para a eficácia da tarefa a nós confiadas.
Precisamos ouvir a advertência dos Emissários Celestes da espiritualidade esclarecida, que nos recomendam o máximo respeito nas assembléias espíritas, onde jamais deverão penetrar a frivolidade e a indisciplina, a maledicência e a intriga, o comércio, o barulho e as atitudes menos dignas de qualquer jaez.
Quando não procedemos conforme nos instruem os Celestes Emissários, estamos nos sujeitando a atrair para tais atividades, e, portanto, para a nossa instituição, bandos de entidades hostis, malfeitoras e ignorantes do invisível, que virão interferir de forma negativa nos trabalhos ali realizados, pois, os Espíritos Benfeitores não participam de atividades frívolas nem de ambientes incompatíveis com a prática da verdadeira caridade.

Do Livro “Dramas da Obsessão”, de Bezerra de Menezes, psicografado por Ivone A. Pereira – Editado pela FEB .

Espiritismo e Disciplina -Luis Sérgio

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Muita Paz

O Traje na Casa Espírita

O homem deve trajar-se de acordo com as estações do ano.
No inverno, não podemos estar vestidos como se estivéssemos no verão. Como podemos usar um sobretudo em pleno verão brasileiro?
Assim também não se concebe as pessoas buscarem os locais de oração trajando roupas sumárias, apropriadas para clubes, praias e piscinas, ou vestidas como se fossem  a casamentos.
As Casas Espíritas são hospitais de almas. Devemos chegar a elas com trajes discretos e que não façam desviar a atenção dos seus frequentadores para a nossa pessoa.
Frequentamos a Casa Espírita para ajudar a nós mesmos e aos Espíritos, sejam eles bons ou menos evoluídos, e muitas vezes uma roupa por demais sensual causa transtorno em algum Espírito sem evolução.
Repetimos: se não é prudente comparecermos a uma cerimônia com roupa de banho, por que zangarmos com a diretoria de uma Casa Espírita, quando esta nos pede roupas decentes? As bermudas, como as ditas minissaias, não são trajes apropriados para quem deseja orar.
Os piores obsessores são os encarnados. Eles é que muitas vezes atormentam os Espíritos que tanto necessitam encontrar guarida no mundo espiritual.
Muitos acham que não deve haver preocupação com as roupas, porque a Doutrina Espírita é uma doutrina de respeito ao livre arbítrio.
Respeitar o livre arbítrio não quer dizer cooperar com a indisciplina. Casa sem disciplina é pasto de obsessores e a conduta dos seus frequentadores muito coopera para a boa assistência ou para o desequilíbrio.
Casa bem orientada opera como um cirurgião plástico, embelezando o corpo e a alma de seus frequentadores. A alma estando bela, faz com que o corpo físico se enriqueça de fluidos salutares.
A disciplina da alma reconforta o corpo físico. Infeliz do homem que não se harmoniza. A mente é a condutora do magnetismo. Se ela não está ligada ao Alto, como o seu dono pode captar o que vem do mundo espiritual?
E tem quem ache que devemos respeitar o livre arbítrio e deixar o Centro ao Deus dará.
Jesus muito bem alertou contra eles: são os ditos cegos condutores de cegos.

Saudações Fraternas
Luís

Pelo Espírito: Luiz Sérgio
Psicografado por: Irene Pacheco Machado
Livro: Ensina-me a falar de amor

Radiações ou vibrações

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Parecer do Dr. Bezerra de Menezes

“A transcendência do trabalho foge ao vosso alcance, pois, às vezes, não desejais vislumbrar mais longe, ou vos acomodais na condição de simples expectadores dos fatos.
Atraídos para tal realização na seara espiritualista, estão ao vosso lado centenas de núcleos espirituais orientados diretamente por Ismael, preposto de Jesus no Brasil.
É imprescindível, pois, que em cada um de vós haja a dedicação devida para que possamos desenvolver paulatinamente este serviço, dando-lhe maior amplitude que trará, por certo, conseqüências benéficas para vós e principalmente para o campo espiritual, onde as vibrações serão aproveitadas ao máximo.
Este trabalho de vibrações realiza-se no espaço da seguinte forma:
Os necessitados são divididos em quatro grupos distintos, a saber:
I Grupo – Doentes que sofrem enfermidades graves ;
II Grupo – Doentes cujos estados não apresentam gravidade, mas requerem alívio imediato;
III Grupo – Doentes afligidos por males psíquicos;
IV Grupo – Lares que demandam pacificação e ajustamentos.
Para esses grupos são destacados quatro companheiros que exercem função de orientadores e que têm a seu cargo, conforme as exigências do momento, dois, três ou quatro mil colaboradores.
Cada  um desses orientadores recebem a lista dos irmãos a serem beneficiados e respectivos endereços, os quais são atendidos individualmente. Temos, então, como vemos um amigo espiritual para cada necessitado.
Às 18 horas esses milhares de servidores espirituais já estão a postos no recinto, impregnando a própria atmosfera de elementos sutis e bênçãos renovadoras.
Após as 19 horas inicia-se o ingresso dos irmãos encarnados e à porta da entrada é destacada para cada um deles uma entidade espiritual que o acompanha até o seu lugar.
Ao ouvir-se a prece é que o trabalho é considerado iniciado e no momento em que vossas almas se elevam junto à prece, caem sobre vós em abundância elementos curadores e confortadores que o irmão encarnado retém em maior ou menor quantidade, conforme a receptividade.
Iniciam-se então as vibrações que possuem, como já sabeis, cor, perfume e densidade e que são recolhidas em receptáculos distribuídos pelo salão.
O amigo espiritual que vos acompanha estabelece convosco uma corrente, mantendo-a em contato mútuo e constante, até os receptáculos que vão se enchendo e iluminando rapidamente ou não, conforme a capacidade vibratória de cada um.
Em seguida entram em ação os trabalhadores dos quatro grupos já citados; exercendo seu mister de conformidade com a necessidade, retiram do receptáculo a quantidade de elemento que precisam para suas tarefas, segundo o grupo a que pertencem.
A seguir afastam-se para o cumprimento de suas obrigações.
Entram, após, grandes grupos formados de 600 a 800 amigos espirituais para as vibrações coletivas, durante as quais vibram também convosco os irmãos desencarnados que vos acompanham desde o início.
O que vemos, então, é um espetáculo  grandioso; todo o ambiente se reveste de imensa luz e, ao vibrarem, os vossos pequeninos corações fazem o papel de um refletor e, então, iluminando e riscando o espaço vemos luzes das mais variadas tonalidades e intensidade e esses grupos de irmãos, com os braços estendidos para vós, recebem o presente carinhoso do vosso coração para ser levado aos mais distantes setores da Terra, enquanto que ao serem enumeradas as Fraternidades, já então de regresso de suas tarefas, perfilam-se os Espíritos à vossa frente, envolvendo-vos na carícia do Amor Fraternal.
Por fim, quando o espírito destacado para a exortação evangélica encerra o trabalho, das  esferas mais altas jorram sobre vós as bênçãos do Amor do Pai e aos vos retirardes, apesar de muito terem dado os vossos organismos físicos, retornais ao lar saturados de elementos revitalizadores em  muito mais quantidade do que aquela despendida por vós.
Tudo isso, queridos irmãos, no pequeno espaço de tempo em que privais conosco nesse trabalho  dignificante quem são as radiações.

 

 

 

 

 

O Homem ante a Vida

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No crepúsculo da civilização em que rumamos para a alvorada de novos milênios, o homem que amadureceu o raciocínio supera as fronteiras da inteligência comum e acorda, dentro de si mesmo, com interrogativas que lhe incendeiam o coração.

Quem somos?

Donde viemos?

Onde a estação de nossos destinos ?

À margem da senda em que jornadeia, surgem os escuros estilhaços dos ídolos mentirosos que ado­rou e, enquanto sensações de cansaço lhe assomam à alma enfermiça, o anseio da vida superior lhe agita os recessos do ser, qual braseiro vivo do ideal, sob a espessa camada de cinzas do desencanto.

Recorre à sabedoria e examina o microcosmo em que sonha. 

Reconhece a estreiteza do círculo em que respira.

Observa as dimensões diminutas do Lar Cós­mico em que se desenvolve.

Descobre que o Sol, sustentáculo de Sua apagada residência planetária, tem um volume de 1.300.000 vezes maior que o dela.

 Aprende que a Lua, insignificante satélite do seu domicílio, dista mais de 380.000 quilômetros do mundo que lhe serve de berço.

Os Planetas vizinhos evolucionam muito longe, no espaço imenso. Dentre eles, destaca-se Marte, distante de nós cerca de 56.000.000 de quilômetros na época de sua maior aproximação.

Alongando as perquirições, além do nosso Sol, analisa outros centros de vida.

Sírius ofusca-lhe a grandeza.

Pólux, a imponente estrela dos Gêmeos, eclip­sa-o em majestade.

Capela é 5.800 vezes maior.

Antares apresenta o volume de 113 mihões maior.

Canópus tem um brilho oitenta mil vezes superior ao do Sol.

Deslumbrado, apercebe-se de que não existe vácuo, de que a vida é patrimônio da gota d’água, tanto quanto é a essência dos incomensuráveis sis­temas siderais, e, assombrado ante o esplendor do Universo, o homem que empreende a laboriosa ta­refa do descobrimento de si mesmo volta-se para o chão a que se imanta e pede ao amor que res­ponda à soberania cósmica, dentro da mesma nota de grandeza, todavia, o amor no ambiente em que ele vive é ainda qual planta milagrosa em tenro desabrochar.

Confinado ao reduzido agrupamento consanguíneo a que se ajusta ou compondo a equipe de interesses passageiros a que provisoriamente se enquadra, sofre a inquietação do ciúme, da cobiça, do egoísmo, da dor. Não sabe dar sem receber, não consegue ajudar sem reclamar e, criando o choque da exigência para os outros, recolhe dos outros os choques sempre renovados da incompreensão e da discórdia, com raras possibilidades de auxiliar e auxiliar-se.

Viu a Majestade Divina nos Céus e identifica em si mesmo a pobreza infinita da Terra.

Tem o cérebro inflamado de glória e o coração invadido de sombra.

Orgulha-se, ante os espetáculos magnificentes do Alto e padece a miséria de baixo.

Deseja comunicar aos outros quanto apreendeu e sentiu na contemplação da vida ilimitada, mas não encontra ouvidos que o entendam.

Repara que o Amor, na Terra é ainda a alegria dos oásis fechados.

E, partindo os elos que o prendem à estreita família do mundo, o homem que desperta para a grandeza da Criação, deambula na Terra à maneira .do viajante incompreendido e desajustado, peregrino sem pátria e sem lar, a sentir-se grão infinitesimal de poeira nos Domínios Celestiais.

Nesse homem, porém, alarga-se a acústica da alma e, embora os sofrimentos que o afligem, é sobre ele que as Inteligências Superiores estão edi­ficando os fundamentos espirituais da Nova Humanidade.

Livro Roteiro-Capítulo 1 – 10/06/1952

O Livro

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Ei-lo! Facho de amor, que redivivo, assoma
Desde a taba feroz em folhas de granito,                                          
Da Índia misteriosa e dos louros do Egito                            
Ao fausto senhoril de Cartago e de Roma!

Vaso revelador do mais excelso aroma
Do pensamento a erguer-se esplêndido e bendito,
O Livro é o coração do tempo no Infinito,
Em que a ideia imortal se renova e retoma.

Companheiro fiel da virtude e da História,
Guia das gerações da vida transitória,
É o nume apostolar que governa o destino;

Com Hermes e Moisés, com Zoroastro e Buda,
Pensa, corrige, ensina, experimenta, estuda,
E Brilha com Jesus no Evangelho Divino.

Olavo Bilac – Psicografado por Chico Xavier

O Espiritismo e a internet

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Riem de nós, os próprios espíritas, chamando-nos de ignorantes porque nosso Centro se chama Centro KARDECISTA Os Essênios. Dizem que o termo kardecismo não existe, porque bastaria dizer Centro ESPÍRITA Os Essênios que estaríamos perfeitamente identificados.

Os que assim pensam, não enxergam além do próprio umbigo e não convivem fora da sua instituição com o leigo que não sabe que os termos ESPIRITISMO e ESPÍRITA, foram criados por Allan Kardec para diferenciar de ESPIRITUALISMO e ESPIRITUALISTA, que já existiam à época do Codificador.

Para confirmar o que declaramos, vejam as pérolas que encontramos na Internet:

“Todo aquele que crê nas manifestações dos espíritos é espírita; ora, o umbandista nelas crê, logo o umbandista é espírita”.

Daí existirem a Congregação Espírita Umbandista do Brasil, a Irmandade Espírita de Umbanda São Jorge de Santo André-SP, a Tenda Espírita de Umbanda São Cosme e Damião – Jundiaí SP e milhares de Centros de Umbanda que acrescentam a palavra espírita em vez de espiritualista ou simplesmente nenhuma. Por que não Congregação Umbandista do Brasil, Irmandade de Umbanda São Jorge e Tenda de Umbanda São Cosme e Damião?

Daí, quando se avizinha um novo censo e o nosso movimento se mobiliza para que respondamos ESPÍRITA no quesito religião, para saber efetivamente quantos somos, constatamos que será perda de tempo e palavras. Se respondêssemos kardecista, talvez ficaríamos sabendo o tamanho do movimento espírita no Brasil. Mas com o volume de umbandistas e praticantes de outras seitas afrobrasileiras considerando-se espíritas, vamos nos iludir imaginando que somos muitos. Não somos não, porque há muito mais umbandista do que espírita.

Em nosso livro Pontos de Vista de 1996, Editora O Clarim, no capítulo 48, Na Defesa de Um Ideal, já dizíamos que toda instituição que segue as orientação de Kardec deveria mencionar em baixo do nome entre parêntesis INSTITUIÇÃO KARDECISTA. Isto serviria para que o público leigo não tivesse dúvida onde está entrando. Se ele quer um centro de umbanda ou um centro espírita. Mas eles nos acham ridículos por ter essas idéias esdrúxulas. Vamos pensando que somos milhares de milhões de adeptos do Espiritismo, mas no fim a maioria é praticante dos rituais de terreiro. Nada contra eles, mas eles são eles e nós somos nós. Quem quiser rir de nós que ria. Um dia tirarão a venda dos olhos e verão com uma clareza que ainda não conseguem. São os doutores da Lei a que se referia Jesus, grassando no movimento espírita. 

E ponto final.

Preparação e Vibrações nos Essênios

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PREPARAÇÃO PARA OS TRABALHOS

 01 – Vamos nos preparando para os trabalhos do dia,
nos asserenando, e agradecendo a Jesus por estarmos aqui.

02 – Formemos uma união fraterna entre todos,
nos harmonizando bem.

03 – Agradecemos ao nosso protetor e aos espíritos responsáveis pela nossa Casa e pelos trabalhos do dia.

04 – Agradecemos, também, às equipes de Itaporã e Brogotá
pela limpeza e proteção do ambiente.

05 – Vamos nos ligando com os Amigos Espirituais que nos auxiliam: Bezerra de Menezes, André Luiz, Emmanuel, Maria Dolores, Hilarion e os Essênios.

06 – Pedimos aos Mensageiros Celestes, auxiliares de Jesus,
que nos fortaleçam e nos amparem para que possamos auxiliar
as forças do bem na transformação do mundo.

07 – Saudemos Ricardo, o Venerável de todas as Fraternidades,
e Ismael, o Protetor do Brasil.

08 – Pedimos a ajuda de Maria de Magdala
para o nosso trabalho de renovação.

09 – Rogamos a proteção de Maria de Nazaré,
nossa meiga e doce Mãe.

10 – Amparados por Maria, chegamos a Jesus,
nosso Mestre, Modelo e Amigo.

11 – Fortalecidos com Jesus, buscamos o Pai Maior
com a nossa prece.

Pai Nosso que estás no Céu, santificado seja o Teu nome.
Venha a nós o Teu reino, seja feita a Tua vontade
assim na Terra como no Céu.
O pão nosso de cada dia dá-nos hoje.
Perdoa as nossas dívidas assim como nós perdoamos
os nossos devedores.
Não nos deixes cair em tentação, mas livra-nos do mal.
Que assim seja.

VIBRAÇÕES

Confiantes em Jesus,
abramos nossos corações em vibrações de amor: 

01 – Pela paz no mundo.

02 – Por todas as nações e seus dirigentes.

03 – Pelo Brasil, na sua missão de Pátria do Evangelho.

04 – Pela sala dos passes.

05 – Pelos desencarnados em sofrimento.

06 – Pelos que estão nos hospitais, asilos, orfanatos,
cadeias ou pelas ruas.

07 – Pelas casas de caridade, material ou espiritual.

08 – Por todos os Centros Espíritas e pela nossa casa, “Os Essênios”.

09 – Pelos lares desajustados em sofrimento.

10 – Pelo equilíbrio do nosso lar.

11 – Por todos os que hoje não puderam estar presentes.

12 – Pelos nossos pedidos particulares.

(Cada um mentaliza seus pedidos.)

13 – Deixemos uma vibração à disposição dos Espíritos.

14 – Vibremos por nós mesmos, dando graças a Deus.

Vamos nos despedindo, agradecendo ao Pai Criador,
a Jesus e a toda espiritualidade presente,
encerrando os nossos trabalhos.

Graças a Deus.

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